Governo do Distrito Federal
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26/10/15 às 12h16 - Atualizado em 30/10/18 às 15h13

Farmácias de alto custo terão horário ampliado até sábado

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Unidades de Ceilândia e da Asa Sul vão funcionar das 7 às 19 horas para normalizar a demanda reprimida

BRASÍLIA (25/10/15) – Para regularizar a distribuição de remédios de alto custo à população, as duas farmácias especializadas nesse tipo de medicamento em Brasília vão funcionar com horário ampliado de segunda-feira (26) a sábado (31), das 7 às 19 horas. Por determinação judicial, emitida na sexta-feira (23), o atendimento nas unidades da Asa Sul (Estação 102 do Metrô, subsolo) e de Ceilândia (EQNM 18/20, Praça do Cidadão) foi normalizado neste domingo (25). Agora os servidores têm de atender à demanda reprimida – que é de 10 mil pacientes, segundo a Secretaria de Saúde – até o fim deste mês.

Dessa forma, as unidades terão uma hora a mais de funcionamento por dia e vão abrir, em caráter excepcional, no sábado. Usualmente, elas funcionam de segunda a sexta, das 7 às 18 horas. A jornada de trabalho extra é uma das determinações da decisão do desembargador Angelo Passareli, da 1ª Câmara Cível, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), e foi anunciada pelo secretário de Saúde, Fábio Gondim, em visita à farmácia de alto custo da Asa Sul neste domingo. “Precisamos atender a uma demanda bem maior do que a capacidade original das farmácias”, ressaltou o titular da pasta.

Gondim se reuniu com servidores da unidade da Asa Sul e visitou também a farmácia de Ceilândia. Ele afirmou ainda que ao menos 14 farmacêuticos voluntários vão trabalhar nas unidades nos próximos dias, como apoio. Os funcionários são do próprio quadro da Secretaria de Saúde e do Ministério da Saúde.

De acordo com a pasta, a estimativa é de dobrar o serviço nas duas unidades. Em condições normais, a média é de 300 pacientes recebidos por dia, em Ceilândia, e de 600, na Asa Sul.

ESTOQUE – A Secretaria de Saúde está organizando um balanço dos medicamentos em falta para ser divulgado. O secretário afirma que o abastecimento, hoje, é de 93%. “(Os medicamentos em falta) correspondem a menos de 10% do total (cerca de 250) que é distribuído. Tivemos problemas com alguns laboratórios que não queriam vender para a secretaria, mas a compra já foi regularizada”, justificou Gondim.