Governo do Distrito Federal
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16/05/14 às 13h53 - Atualizado em 30/10/18 às 15h11

Gestantes conhecem o serviço materno infantil do Hospital do Gama

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Conhecer a maternidade antes do parto traz mais segurança às futuras mamães

A visita vinculada é uma estratégia que integra as diretrizes preconizadas pelo Programa da Rede Cegonha e foi implantada no Hospital Regional do Gama (HRG) em novembro de 2013. Desde essa data, mais de 12 gestantes e seus acompanhantes visitaram a maternidade. Os encontros são marcados pelas unidades básicas para as mulheres que realizam o pré-natal nas 42 equipes de Estratégia e Saúde da Família do Gama e os grupos são organizados com um número máximo de cinco grávidas, que estão no terceiro trimestre da gestação.

A iniciativa oferece às futuras mamães informações sobre o funcionamento e rotinas do centro obstétrico e da maternidade, apresenta o fluxo de circulação da gestante desde a sua chegada na emergência até o momento da alta, além de informar todos os procedimentos do serviço materno infantil do HRG, a documentação necessária e as providências que as usuárias devem tomar antes do parto.

Ansiedade era a sensação que a estudante Jamille Carol Teles de Farias, grávida de 36 semanas do primeiro filho, dizia sentir antes da visita ao centro obstétrico. Ela relatou que nunca tinha visitado uma maternidade e que não sabia nada sobre as atividades do serviço. “Estou impressionada, agora me sinto segura, tive a oportunidade de ver os profissionais trabalhando e as informações que eu recebi vão me ajudar no momento que eu chegar ao HRG para ter o meu filho”.

Segundo a enfermeira do centro obstétrico, Marília Meireles, a proposta da visita é fazer com que as gestantes conheçam detalhadamente a sua maternidade de referência, evitando dessa forma a peregrinação para atendimento em outras unidades de saúde. “Durante a visita é esclarecido o atendimento por classificação de risco, elas têm a oportunidade de conhecerem as salas de PPP (pré- parto, parto e pós- parto), orientamos sobre os métodos alternativos para alívio da dor durante o trabalho de parto, como a escada de ling, a bola e o cavalinho, sobre o contato “pele a pele” da mãe com o seu filho, sobre o papel do acompanhante na sala de parto e também da importância da amamentação na primeira hora de vida”, informou a enfermeira.

A dona de casa, Maria José Gomes Teles, que acompanhou Maria Lidiane Gomes Dias, grávida do terceiro filho, aprovou a iniciativa e durante o percurso nos setores fez questão de tirar todas as dúvidas. Segundo Maria José, nos partos anteriores a filha não teve direito ao acompanhante e havia pouca informação. “A gente se sente mais tranqüila por essa oportunidade de visitar o hospital, conhecer o serviço, saber onde deve ir. As enfermeiras foram ótimas ao prestar as informações e como vou acompanhar o nascimento do meu neto, já volto sabendo dos nossos direitos e o que devo fazer no dia do parto”.

Na maternidade as gestantes conhecem as enfermarias do alojamento conjunto, a sala de prescrição médica, o funcionamento do posto de enfermagem e os procedimentos para o teste do coraçãozinho, orelhinha e do pezinho além das rotinas da sala de alta.

Por Eliane Simeão, da Agência Saúde DF

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