Governo do Distrito Federal
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24/06/16 às 20h19 - Atualizado em 30/10/18 às 15h15

Hospital do Paranoá aumenta o número semanal de cirurgias de coluna

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Com a gestão colegiada do centro cirúrgico, média de procedimentos passou de 4 para 11

BRASÍLIA (24/6/16) – O número de cirurgias de coluna no Hospital do Paranoá, referência em ortopedia na rede pública de saúde do Distrito Federal, tem aumentado nos últimos meses. A média semanal, que sempre foi entre quatro e cinco, chegou a 11 na última semana.

“Isso tem sido possível, principalmente, por causa da criação do Colegiado Gestor do Centro Cirúrgico, há três anos e que agora começa a mostrar os resultados. Temos reunião toda semana para programar as cirurgias da semana seguinte. Com isso, evitamos que elas sejam canceladas”, conta o diretor do hospital, Eduardo Franklin de Medeiros.

Ele explica que antes do colegiado, se deparavam com falta de profissionais, em razão de abono ou atestado, e de materiais praticamente no momento da cirurgia, que precisava ser cancelada. Hoje, isso não existe mais. “Na última semana, por exemplo, durante a reunião soubemos que a mastologista estava de atestado e a sala cirúrgica ficaria livre. Então, conseguimos usá-la e fazer mais cirurgias que o habitual”, comenta o diretor.

Com esse empenho, o cirurgião da unidade, Ângelo Ganeo explica que conseguiram controlar o atendimento aos casos de trauma e outras urgências à coluna vertebral. “E esperamos iniciar os procedimentos de cirurgias eletivas, ou seja, não urgentes, ainda este ano. Atualmente temos cerca de 250 pacientes aguardando na fila”, complementa.

REFERÊNCIA – Desde 2012, o Hospital do Paranoá é referência para cirurgias de coluna. “À época, o Hospital do Base não estava conseguindo atender a demanda e fazia, em média, duas cirurgias por mês. Então, recebemos anestesistas e cirurgiões de lá e passamos a fazer cerca de quatro procedimentos por semana”, observa Eduardo Franklin.

Atualmente, todas as pessoas com trauma de coluna são encaminhadas para o Hospital do Paranoá. Se o caso for cirúrgico, o paciente já fica internado. Caso não seja necessária a intervenção, volta para a unidade hospitalar de origem.