Governo do Distrito Federal
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24/01/14 às 19h51 - Atualizado em 30/10/18 às 15h10

HRAN recebe reforço no atendimento às pessoas com síndrome de down

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Cris Down agora conta com Clínico Médico

O Centro de Referência Interdisciplinar em Síndrome de Down (Cris Down), que funciona no Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), acrescentou ao serviço a especialidade de Clínica Médica para atender somente crianças com a doença. Em 2013, foram cerca de quatro mil atendimentos à pacientes com síndrome de down.

O Centro, que já contava com equipe formada por neurologistas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, cardiologistas, pediatras e fisioterapeutas, agora passa a dar assistência em Clínica Médica também, o que segundo a coordenadora do Cris Down, Moema Arcoverde, é o primeiro passa para as próximas conquistas.

“Nossa expectativa é ampliar ainda mais com as especialidades de odontologia, nutrição e serviço social. O nosso trabalho serviço é multisciplinar, por isso deve envolver o máximo possível de áreas da saúde”, explica Moema, que é especializada em pediatria.

No DF são mais de 10 mil pessoas com síndrome de down. Segundo Karlo Quadros, clínico médico que atuará no Cris Down, a iniciativa de buscar ajuda para o parente que tem a síndrome de down deve partir da família. “Por ser especial, o paciente com síndrome de down deve ser levado até o hospital que tenha a especialidade. As particularidades deles vão desde a parte mental até a social”, explica. Para ele, o estímulo da família e da escola é crucial no desenvolvimento dessa pessoa, tanto no ponto de vista social quanto no clínico.
Além de aumentar a abrangência do serviço, a chegada do novo médico também é vista pela equipe como um importante apoio às demandas do setor. O Dr. Karlo atenderá os pacientes acima dos 13 anos, enquanto a Dra. Moema cuidará apenas das crianças. “Ter o especialista certo para cada faixa etária nos ajuda muito também e reforça assistência ao paciente”, conta Moema.

Serviço

A família da pessoa com a síndrome de down deve procurar o HRAN e solicitar o atendimento ao parente. A primeira consulta é feita por um psicólogo, que passa as fichas para a direção do serviço separar cada caso por área. As crianças que têm dificuldade de acesso ou moram longe do HRAN realizam todos os procedimentos indicados em um só dia, para facilitar a ida até o local.

Por Lucas Carvalho, da Agência Saúde DF
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