Governo do Distrito Federal
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11/06/13 às 21h22 - Atualizado em 30/10/18 às 15h06

HRPa lembra Dia Mundial de Combate à Violência contra o Idoso

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Atividades nesta quarta e quinta-feira (12 e 13)

O Hospital Regional do Paranoá (HRPa) realiza quarta e quinta-feira (12 e 13) uma mobilização com atividades para lembrar o Dia Mundial de Combate à Violência contra a Pessoa Idosa, dia 15 de junho, com palestras e mesas redondas abertas para a população.

Na quarta-feira (12), pela manhã, será realizada uma Ronda de Proteção pelos locais de maior circulação do hospital. O setor de marcação de consultas, os corredores do ambulatório e as salas de espera dos prontos-socorros receberão a visita da equipe profissional multidisciplinar do Programa de Pesquisa, Assistência e Vigilância às Violências, que irão orientar os usuários dos serviços e profissionais de saúde sobre os tipos de violência.

Na quinta-feira (13), à tarde, a equipe do Programa Girassol realizará Mesa Redonda com um grupo de idosos da comunidade, membros do Centro de Convivência dos Idosos, que irão orientar sobre a importância da quebra do silêncio, da denúncia, sobre os diferentes tipos de violência e os locais onde podem buscar ajuda.

“Essa é uma iniciativa muito importante, pois temos percebido que a incidência de casos de violência contra a população idosa tem aumentado e percebemos também que a população ainda desconhece os diferentes tipos de violência perpetrados contra a pessoa idosa”, afirma a coordenadora do Programa Girassol, Isabella Stephan.

Isabella também destaca a importância de informar à população sobre os tipos de violência. “A violência contra o idoso não é apenas física, mas pode acontecer em forma de abusos psicológicos, violência sexual, negligência, abandono, cárcere privado e também em forma de violência financeira/econômica”, declara.

Com o evento pretende-se ampliar a percepção da população sobre este fenômeno e consequentemente a possibilidade se seu enfrentamento. O HRPa conta com profissionais especializados e preparados para lidar de forma humanizada no atendimento à população que sofre com esse tipo de violência.

Jaqueline Chaves