Governo do Distrito Federal
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31/01/13 às 18h53 - Atualizado em 30/10/18 às 14h57

Mutirão: 340 cirurgias em quatro meses em Samambaia

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HRSam já operou moradores de cinco cidades

O mutirão de cirurgias no Hospital Regional de Samambaia (HRSam) continua a todo vapor. Desde setembro já foram feitas 340 cirurgias, entre colecistectomia (cirurgia de vesícula), herniorrafia inguinal (hérnia) unilateral, bilateral, umbilical e laqueadura tubária. O procedimento que registra maior demanda é a laqueadura, com a realização de 137 cirurgias, seguida de 133 casos de cirurgia de vesícula, 43 de hérnia inguinal unilateral, 23 umbilical e 4 bilateral.

Os mutirões ocorrem geralmente de segunda à quinta-feira, após as 19h, e nos finais de semana, pela manhã. As cirurgias são realizadas por uma equipe composta por cinco cirurgiões, quatro anestesistas, enfermeiros e técnicos de enfermagem. Em média, estão sendo feitos quatro procedimentos por mutirão.

Segundo o cirurgião Tertius Fernandes de Oliveira, o HRSam foi o primeiro a iniciar o mutirão de cirurgia geral na rede. “Apesar do HRSam ser de pequeno porte, comparado aos demais hospitais da rede, está entre os que mais operam em números absolutos na especialidade cirurgia geral”, ressaltou o médico.

Para o diretor de Atenção à Saúde da Regional, Élio de Aguiar, o empenho dos profissionais envolvidos tem feito a diferença. “Avalio o mutirão como excelente para os pacientes e também para a Regional. Todos os servidores estão completamente comprometidos”, analisa.

Para ter acesso às cirurgias de vesícula, hérnia inguinal unilateral, bilateral, umbilical e de laqueadura tubária no HRSam, o paciente deve agendar a consulta no ambulatório do hospital e fazer exames pré-operatórios, laboratoriais e radiológicos, avaliação cardíaca e outros, que se fizerem necessários. A cirurgia será marcada conforme a ordem de entrega da documentação e exames.

Da primeira consulta à realização da cirurgia, o paciente tem aguardado no máximo 60 dias. Todos os procedimentos realizados até o momento foram bem sucedidos. O mutirão já operou, além de moradores de Samambaia, pacientes de Santa Maria, Guará, Recanto das Emas e Ceilândia. A ação, iniciada em setembro, terá a duração de dez meses.

Ieda Oliveira