Governo do Distrito Federal
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24/02/14 às 15h56 - Atualizado em 30/10/18 às 15h10

Planaltina reduz taxa de mortalidade infantil

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Resultado do esforço de diversos setores 

 

 

Dados preliminares divulgados pela Secretaria de Saúde mostram redução na taxa de mortalidade infantil, em Planaltina, no ano de 2013. Os dados apontam que a taxa verificada no ano passado foi de 10,6 óbitos por mil nascidos vivos, contra 17,8 registrados em 2012.

 

Segundo a diretora da Atenção Primária de Planaltina, Maria Jacinta de Souza, a redução na taxa de mortalidade é resultado do esforço de diversos setores, como a educação, o saneamento básico, que juntos trabalharam com o mesmo propósito: oferecer um atendimento de qualidade à mãe no pré-natal como ao recém-nascido. “A vacinação, a higiene, a nutrição adequada para o bebê e o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade, são medidas que permitiram fortes melhoras na sobrevivência da criança”, destaca.

 

E completa: “medidas adotadas pela maternidade, neonatologia, ações dentro do Programa de Assistência Integral à Saúde da Criança, Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher, os profissionais da atenção básica, o serviço social, a Rede Cegonha, o Banco de Leite, a Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC), a Classificação de Risco, colaboraram para a redução do índice em Planaltina”, diz.


Desde 2006, a SES-DF dispõe de comitês central e regionais de Prevenção e Vigilância ao Óbito Infantil e Fetal. Cabe ao grupo, analisar as circunstâncias da morte e seus fatores determinantes e então propor estratégias, em conjunto com as diretorias regionais, para melhorar os indicadores registrados.


Segundo a coordenadora do Comitê de Óbito Infantil de Planaltina, Elenice Pereira, a regional trabalhou na estimulação do processo de educação continuada com os profissionais da atenção primária que atua no pré-natal, “acreditamos que essa iniciativa estimulou o processo de aprendizagem critico, o que ajudou na redução do índice de mortalidade infantil em Planaltina”, explica.

 

O Programa de Assistência Integral à Saúde da Criança, também realizou oficinas sobre a priorização dos atendimentos aos recém-nascidos vulneráveis, “isso é resultado do esforço de todos, não somente da saúde, mas de outras áreas que contribuíram”, relata a coordenadora do PAISC de Planaltina, Fátima Abou Abbas.

 

Fatores que devem ser observados pela mãe

 

Cuidados durante a gestação – As consultas médicas durante a gestação, chamadas de pré-natal, são importantes para que as mulheres saibam se tudo está correndo bem com elas e o bebê. É também a oportunidade para esclarecer as dúvidas, preparar-se para o parto, prevenir, descobrir e tratar o mais cedo possível quaisquer problemas que surjam.

 

Cuidado com a pressão alta – Um dos problemas mais apresentados pelas gestantes que procuram os serviços de emergência dos hospitais são as complicações da pré-eclâmpsia. A pressão necessita ser controlada a cada consulta.

 

O cigarro, o álcool e os medicamentos – Assim como outras drogas – precisam ser evitados na gestação, porque causam danos à saúde, tanto da mãe como do filho.

 

O parto

 

A mulher que durante o trabalho de parto apresente pressão muito alta, algum tipo de hemorragia ou infecção deve ser tratada de maneira especial e receber cuidados extras, pois tais sinais indicam que seu parto está mais sujeito a riscos, tanto para ela quanto para a criança.

Amamentação – Imediatamente após o parto, a mulher tem o direito de ficar com o seu filho e amamentá-lo. O contato da mãe com a criança nas primeiras horas após o parto é fundamental para a saúde física e mental de ambos.

 

Vacinação – A vacinação é uma das medidas mais importantes de prevenção contra doenças. É muito melhor e mais fácil prevenir do que tratá-la. Elas protegem o corpo humano contra os vírus e bactérias que provocam vários tipos de doenças graves, que podem afetar seriamente a saúde das pessoas e inclusive levá-las à morte.

 

 

Por Tatiane Gomes, da Agência Saúde DF

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