Governo do Distrito Federal
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21/03/18 às 21h30 - Atualizado em 30/10/18 às 15h19

Região Centro-Sul apresenta Plano Operacional contra a Dengue

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Instrumento é fundamental para realizar ações desde a atenção básica

BRASÍLIA (21/3/2018) – A Superintendência de Saúde da Região Centro-Sul – que engloba Asa Sul, Guará, Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo I e II, Park Way, Estrutural e Lago Sul – apresentou seu Plano Operacional de Enfrentamento da Dengue e outras arboviroses para todos os setores da região envolvidos no combate ao Aedes aegypt. As áreas da vigilância ambiental, epidemiológica, enfermagem da atenção primária e secundária, bem como as áreas de urgência e emergência, representada pela direção da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Núcleo Bandeirante, e diretoria do Hospital Regional do Guará (HRGu), participaram da apresentação.

O objetivo do encontro foi compartilhar as ações de cada área nos níveis de enfrentamento ao mosquito e à doença. Ao todo são quatro níveis de ativação. O DF está atualmente no enfrentamento ao nível 1 – Ativação, na qual há um alto índice de infestação do Aedes e é necessário esforço de ações públicas e parcerias de mobilização no combate aos focos do mosquito.

O plano operacional é resultado de muita discussão e reuniões das áreas técnicas. O projeto busca o detalhamento aprofundado do trabalho e responsabilidade de cada área da Saúde que compreende desde o fluxo de atendimento às comunicações em sistemas de saúde relativas à dengue. Esse material faz parte do planejamento macro do Ministério da Saúde para as ações das secretarias de Saúde em âmbito local.

A Região Centro-Sul, que agora colocará seu plano em ação, foi elogiada pela área técnica de mobilização da Subsecretaria de Vigilância à Saúde pelas avançadas ações e interdisciplinaridade que conquistou frente aos públicos envolvidos.

Luanna Campos, chefe da Assessoria de Mobilização Institucional e Social para a Prevenção de Endemias, destacou que a interação entre as áreas da Região Centro-Sul foi decisiva para um plano denso e difícil de ser escrito pelo nível de detalhamento.

“É importante mostrar que temos muitas ações para realizar. Mas, nesse caminho, é essencial que o fluxo de atendimento e operação estejam bem elaborados para o sucesso do nosso trabalho. Nenhum estado do Brasil tem o nível de detalhamento que estamos mostrando e buscando”, ressaltou.

Segundo Moema Silva, superintendente da Região Centro-Sul, o plano é um instrumento fundamental para realizar ações organizadas desde a atenção básica à educação continuada com servidores e população.

“O plano de enfrentamento permite discussões entre as áreas e traz o desafio de operacionalizar as ações em cadeia que inclui ações nas escolas com a nossa representante do Programa Saúde na Escola. Instituímos ainda o Comitê sobre a Dengue da Região Centro-Sul que trouxe uma interdisciplinaridade que não existia entre os setores e trouxe também o olhar na integralidade da Região Centro-Sul”, declarou.

No combate ao Aedes aegypti na Região Centro-Sul, as ações em saúde são constantes na Estrutural e, agora, o Park Way também preocupa as ações de campo, pois, os condomínios são fechados, o que dificulta o acesso. Para comunicação de foco do mosquito Aedes aegypt, o cidadão pode acessar o site brasiliacontraoaedes.saude.df.gov.br. O canal também traz informações importantes sobre as doenças, ações, cuidados e ainda tira dúvidas sobre o mosquito. Quer ser um agente de mobilização? Você pode se cadastrar lá também no menu “Situação do DF”.