Governo do Distrito Federal
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14/02/20 às 15h52 - Atualizado em 14/02/20 às 16h06

Saúde aumentará em 15% o número de camisinhas para o Carnaval

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Distribuição será feita por meio de blocos, ONGs e parceiros da iniciativa privada

 

Durante o Carnaval, a Secretaria de Saúde vai aumentar em 15% a grade de preservativos. Com isso, serão 240 mil unidades extras, totalizando 1,8 milhão a ser distribuído durante o período.

 

“As ações no Carnaval estão sendo feitas em parceria com os estabelecimentos de saúde pública, privada e sociedade civil, com distribuição de preservativos, incentivo à prevenção, empréstimo de material e participação na elaboração da campanha midiática do carnaval”, explica a gerente substituta de Vigilância de Infecções Sexualmente Transmissíveis, Carina Matos.

 

Com isso, blocos, organizações não governamentais, outras secretarias de governo, representantes da sociedade civil, funcionários de empresa receberão os preservativos da Saúde e farão a distribuição.

 

PREVENÇÃO – Segundo Carina Matos, o preservativo não é a única maneira de se prevenir, apesar de ser a forma mais acessível e difundida. “O conceito de prevenção combinada é adequar ao paciente e parceiros  quantos e quais os meios de prevenção serão escolhidos. Temos várias opções”, complementa.

 

Além dos preservativos masculino e feminino, o gel lubrificante também é distribuído pela Secretaria de Saúde. A testagem regular e o tratamento, em caso de descoberta de alguma infecção sexualmente transmissível, também são formas de prevenção.

 

“Diagnosticar as IST e iniciar o tratamento é importante para quebrar as cadeias de transmissão! O tratamento das IST pode ser feito na UBS ou nos serviços de atenção especializada, no caso do HIV e hepatites virais”, enumera Carina Matos. Os testes estão disponíveis em todas as unidades básicas de saúde e NTA (antigo CTA) no mezanino da rodoviária do Plano Piloto.

 

A profilaxia também é uma forma de prevenção. Aquela de pós-exposição está disponível nas unidades de pronto atendimento. “Consiste no uso da medicação após uma exposição (acidente ou sexual – consentida ou por violência) no intuito de prevenir a infecção pelo HIV”, explica a gerente. Há outra, de pré-exposição, indicada para casos em que a pessoa já tenha contato frequente com pessoa portadora do HIV.

 

Alline Martins, da Agência Saúde

Fotos Breno Esaki/Saúde DF