Governo do Distrito Federal
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17/01/14 às 16h39 - Atualizado em 30/10/18 às 15h10

Classificação de risco na emergência da cirurgia geral e ortopedia do Hospital do Gama

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Casos mais graves terão prioridade no atendimento

A partir da semana que vem os pacientes que procurarem a emergência da ortopedia e cirurgia geral do Hospital Regional do Gama (HRG), também serão classificados de acordo com protocolo de Manchester e não mais por ordem de chegada. O objetivo é organizar o atendimento e priorizar casos de maior gravidade.

Inicialmente a equipe de classificação será formada por um enfermeiro e um estagiário da área da saúde. Por mês mais de sete mil pessoas são atendidas no pronto-socorro da ortopedia e pelo menos 60% deste total são moradores das cidades do Entorno.

O HRG conta com cerca de 20 médicos ortopedistas. De acordo com a gerente da emergência, Mariza Gomes, a classificação de risco ainda não tinha sido implantada nestas especialidades porque o quadro de servidores era reduzido. “A classificação é muito importante. Ela nos ajuda a saber ao certo qual usuário precisa realmente de atendimento de urgência e emergência”, destacou.

Para o médico ortopedista Guilherme Haubert, a classificação de risco garante atendimento prioritário aos casos mais graves. “Muitas vezes temos pacientes com sérios problemas que esperam o mesmo tempo que outros de menor gravidade. A classificação serve para isso, para identificarmos quem realmente precisa de cuidados imediatos”, disse o chefe da ortopedia.

Os pacientes da cirurgia geral também passarão a ser classificados. Atualmente o HRG conta com 25 médicos nesta especialidade que atende cerca de dois mil pacientes por mês. Além do pronto-socorro da clínica médica, a classificação de risco também é utilizada na emergência da pediatria do hospital.

Por Wenya Alecrim, da Agência Saúde DF
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