Governo do Distrito Federal
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14/11/13 às 14h49 - Atualizado em 30/10/18 às 15h09

Comitê vai monitorar Saúde da População Negra

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Membros foram empossados no Distrito Federal

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Saúde (SES) e da Secretaria Especial da Promoção da Igualdade Racial (Sepir), empossou, nesta quinta-feira (14), no auditório da SES, os membros do Comitê Técnico de Saúde da População Negra do DF. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do DF (DODF) nº174, de 22 de agosto de 2013, por meio da Portaria nº 210, de 16 de agosto de 2013.

O objetivo do Comitê é subsidiar a formulação, a implantação e o monitoramento de programas, projetos e ações de acordo com a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, para o avanço da equidade e igualdade étnico racial na Atenção à Saúde da População Negra no DF.

O subsecretário de Gestão Participativa da SES, José Bonifácio, representou o secretário de Saúde, Rafael Barbosa, e afirmou que o Comitê será importante para o fortalecimento da assistência à saúde da população tanto do DF quanto do país. “Parabenizo os empossados, que terão a oportunidade de conhecer mais a fundo o Sistema Único de Saúde (SUS) do DF, vislumbrar desafios, além da convicção de que podemos melhorar e que, com o passar dos anos, esse sistema se robusteça cada vez mais”, declarou.

O secretário da Sepir/DF, Viridiano Custódio, disse que vivencia um momento histórico. “Desde 2005, lutamos para formar e dar posse ao Comitê. E só agora conseguimos. Estamos muito felizes e emocionados, porque esse é um instrumento muito importante para a participação da sociedade”, afirmou.

O Comitê é composto, de forma paritária, por doze membros. Desse total, seis são do GDF (quatro da SES e dois da SEPIR) e os outros seis da sociedade civil organizada (quatro representantes de diferentes movimentos sociais e dois pesquisadores de universidades com trabalhos voltados à população negra).

Como membro pesquisador empossado, o professor universitário René Marc da Costa Silva, relatou que esse é um momento de descobertas e desafios. “As ações serão inúmeras, sobretudo em minha área. Como há pesquisas em andamento, colocaremos à disposição os resultados, os conhecimentos, a possibilidade de, a partir, de dados e informações identificar problemas, pensar soluções e implantar, em função delas, ações concretas”, comentou.

Por Patrícia Kavamoto, da Agência Saúde DF
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