Governo do Distrito Federal
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26/08/15 às 18h22 - Atualizado em 30/10/18 às 15h12

Equipes relatam dedicação em 10 anos do Samu no DF

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Profissionais se reuniram hoje para comemorar o aniversário do serviço

BRASÍLIA (26/8/15) – Driblar o trânsito, a distância e o tempo para atender a uma chamada de socorro são algumas das experiências relatadas pelos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu/192), que se reuniram, nesta quarta-feira (26), na sede do órgão, para comemorar com corte de bolo, os 10 anos de existência do serviço no DF.

“O Samu é um serviço diferenciado, que atende universalmente toda a população, seja numa via pública, seja em um socorro domiciliar. As equipes atuam em condições em que a vida e a morte estão muito próximas e a diferença entre ir para um lado ou outro é o Samu”, destacou a secretária adjunta, que prestigiou o evento, Eliana Berg.

O coordenador do Samu-DF, Rodrigo Caselli, reforçou que o momento é de comemoração, mas também de diálogo. “Hoje viemos ouvir os servidores. Queremos saber qual a avaliação deles sobre esses 10 anos do serviço no Distrito Federal e saber o que eles esperam do Samu”, disse.

Segundo Caselli, atualmente, o tempo resposta médio das equipes para se deslocar das bases até o local é de 12 minutos. “Dependendo da ocorrência e do local, esse número cai para menos de 5 minutos, porque nosso esforço é para salvar vidas”, contabilizou, ao lembrar que o Samu utiliza desde bicicletas até helicóptero para chegar à vítima.

Sérgio Ventura, 51 anos, é condutor do Samu desde o primeiro dia de funcionamento do serviço. Até hoje, o servidor guarda as fotos do lançamento do Samu no DF. Para ele, fazer parte da equipe é um trabalho sem precedentes. “Essa é uma rotina agitada, mas é gratificante quando conseguimos salvar mais uma vida”, disse.

Questionado sobre as principais dificuldades ao volante para chegar até os locais, o condutor ressaltou que apesar do treinamento frequente das equipes, existem barreiras como a falta de conscientização das pessoas para abrirem passagem.

“O trânsito de Brasília está muito difícil e os motoristas, às vezes, não contribuem e obstruem a passagem. Então, temos que passar pelo caminho mais curto e mais rápido, subindo em meio fio e procurando driblar as vias”, finalizou Ventura.

Outra servidora é a técnica em enfermagem, Thays Nadja de Oliveira, 33 anos, que destacou a importância da categoria para prestar o trabalho. “Compomos as equipes das viaturas e é uma alegria imensa ter contribuído desde o início com o Samu, que cresceu muito nesses 10 anos. Sabemos que estamos fazendo a diferença no Distrito Federal. Sou apaixonada pelo Samu”, finalizou.

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