Governo do Distrito Federal
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8/04/20 às 15h45 - Atualizado em 10/08/21 às 8h00

Gerência de Risco em Serviços de Saúde – GRSS – DIVISA

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Diretoria de Vigilância Sanitária (DIVISA)/ Gerência de Risco em Serviços de Saúde – GRSS

A Gerência de Risco em Serviços de Saúde (GRSS) foi criada em novembro de 2014, na estrutura da Diretoria de Vigilância Sanitária (DIVISA) da Subsecretaria de Vigilância em Saúde (SVS), e tem como objetivo principal a fiscalização e o monitoramento dos serviços de saúde quanto ao cumprimento legal dos requisitos necessários para a promoção da segurança do paciente e a prevenção e controle de infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS).

À medida que se começou a avaliar a frequência com que os pacientes sofriam danos, a gravidade do problema atraiu a atenção de profissionais e gestores da saúde, autoridades e grupos de direitos dos pacientes.

Hoje, os sistemas e organizações de saúde buscam alternativas e soluções para melhorar a qualidade e a segurança do paciente.

No Brasil, a ANVISA e o Ministério da Saúde, juntamente com a Organização Mundial de Saúde, trabalham para que o cidadão brasileiro receba cuidados em saúde de forma segura em todos os pontos da atenção à saúde.

No Distrito Federal, a GRSS atua assessorando a DIVISA e a SVS na execução de ações de prevenção e monitoramento de eventos adversos infecciosos e não infecciosos em serviços de saúde, visando à melhoria da qualidade assistencial, a prevenção de infecções hospitalares e a promoção da segurança dos pacientes do DF.

Para o alcance do objetivo principal, destacam-se as seguintes ações:

Fiscalização Sanitária: Fiscalizar os serviços de saúde prioritários para verificação do funcionamento dos núcleos de segurança do paciente e dos serviços de controle de IRAS, bem como apurar denúncias envolvendo eventos adversos infecciosos e não infecciosos e surtos de infecção hospitalar;

Monitoramento: Realizar o monitoramento dos sistemas de notificação, a análise dos dados relativos à segurança do paciente e controle de IRAS, o gerenciamento das informações para tomada de decisão e a divulgação de resultados relativos a: IRAS, eventos adversos relacionados à assistência à saúde, farmacovigilância, hemovigilância, biovigilância e tecnovigilância;

Educação Sanitária: Promover ações de educação sanitária ao setor regulado e à população no tema de segurança do paciente e prevenção de IRAS;

Normativas e diretrizes: Estabelecer normas e diretrizes complementares em segurança do paciente e prevenção de IRAS para serviços de saúde do Distrito Federal.

Por que Segurança do Paciente? 

Nos Estados Unidos estima-se que as falha na assistência em saúde representem a terceira causa de morte (British Medical Journal, 2016). Estudos realizados em diversos países demonstraram que 10% dos pacientes internados sofrem algum tipo de evento adverso e destes 50% são evitáveis.

Nesse sentido, na busca pela redução, a um mínimo aceitável, dos riscos de danos desnecessários associados à assistência à saúde, o tema Segurança do Paciente surge como um atributo fundamental da qualidade no cuidado em saúde.

Em abril de 2013, mediante a publicação da portaria MS/GM nº 529, o Ministério da Saúde instituiu o Programa Nacional de Segurança do Paciente com o objetivo de contribuir para a qualificação do cuidado em saúde em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional.

Neste mesmo ano, no mês de julho, a Anvisa publicou a RDC nº 36 instituindo ações para a segurança do paciente nos serviços de saúde. De acordo com esta resolução, os serviços de saúde devem elaborar um Plano de Segurança do Paciente que contemple, dentre outras ações, os protocolos básicos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, e devem constituir um Núcleo de Segurança do Paciente (NSP) que seja responsável pela gestão dos riscos relacionados com a prestação da assistência em saúde, incluindo o monitoramento sistemático dos incidentes e eventos adversos identificados. Eventos adversos são incidentes que resultam em danos aos pacientes. Estes podem ser infecciosos ou não. São exemplos de eventos adversos: lesão por pressão, erros de medicação, quedas, infecção de sítio cirúrgico, etc.

O que são infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) ou infecções hospitalares?

Conforme a Portaria MS nº 2.616, de 12 de maio de 1998, infecção hospitalar é aquela infecção adquirida após a admissão do paciente em ambiente hospitalar e que se manifeste durante a internação ou após a alta, quando puder ser relacionada com a internação ou procedimentos hospitalares. As infecções hospitalares atualmente são denominadas infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS), e estão também associadas a ambientes não hospitalares, nos quais são realizados procedimentos e práticas de assistência à saúde, tais como clínicas, consultórios, atendimento de home care, entre outros. As IRAS são consideradas os eventos adversos mais recorrentes na assistência à saúde.


Email: grss.divisa@saude.df.gov.br / geris.ses@gmail.com

Telefone: 2017-1145 Ramal: 8276

Equipe Técnica – Gerência de Risco em Serviços de Saúde

Fabiana de Mattos Rodrigues  

Francisco Carlos Tavares Rivera Vila

Keyla Caroline de Almeida Macêdo

Maria do Socorro Xavier Félix

Mariana Pereira Elias

Priscilla Leal Moreira

Rafaella Bizzo Pompeu Viotti

Tiago Pereira Alves


Legislações de referência para promoção da segurança do paciente e prevenção de IRAS

Materiais Educativos para promoção da segurança do paciente e prevenção de IRAS

DIRETRIZES E PUBLICAÇÕES GRSS

DIRETRIZES E PUBLICAÇÕES ANVISA

RELATÓRIOS GRSS

Notificações dos eventos pós uso nos pacientes e das infecções

Dicas para a segurança do paciente – acompanhantes e pacientes

Rede Sentinela