Governo do Distrito Federal
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30/05/19 às 11h57 - Atualizado em 31/05/19 às 11h22

Grupos prioritários têm até esta sexta (31) para se vacinar com exclusividade

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A partir de segunda-feira (3/6), doses serão ofertadas a toda a população

 

O público-alvo da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza pode se vacinar, com exclusividade, até esta sexta-feira (31). A partir de segunda-feira (3), conforme determinação do Ministério da Saúde, as doses restantes, que já estão nas regiões de saúde, serão destinadas a toda a população. Não há mais estoque em nível central e não haverá o envio de novas doses pelo governo federal.

 

CENÁRIO NACIONAL – Até a última quarta-feira (29), 44,6 milhões de pessoas buscaram os postos de vacinação em todo o Brasil, o que representa 75% da população-alvo.

 

Fazem parte do grupo prioritário as gestantes, puérperas, crianças entre 6 meses a menores de 6 anos, idosos, indígenas, professores, trabalhadores de saúde, pessoas com comorbidades, funcionários do sistema prisional, população privada de liberdade, bombeiros, policiais civis e militares da ativa.  A vacina se destina, também, aos adolescentes e jovens com idade entre 12 e 21 anos em medida socioeducativa.

 

A escolha do público prioritário no Brasil segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

 

A vacina produzida para 2019 teve mudança em duas das três cepas que compõem a vacina, e protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da OMS: A/Michigan/45/2015 (H1N1) pdm09; A/Switzerland/8060/2017 (H3N2); B/Colorado/06/2017 (linhagem B/Victoria/2/87). A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença.

 

 

Da Agência Saúde, com informações do Ministério da Saúde