Governo do Distrito Federal
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5/03/20 às 11h22 - Atualizado em 5/03/20 às 11h23

HRSam conta com salas de acolhimento familiar para pacientes de UTI

 

 

 

O espaço traz conforto e mensagens de esperança

 

Com o objetivo de ampliar e potencializar as ações voltadas para a área da humanização nas práticas do cuidado, o Hospital Regional de Samambaia (HRSam) implementou salas de espera para um acolhimento humanizado de acompanhantes e visitantes de pacientes das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).  O espaço traz conforto e é decorado com mensagens de esperança.

 

“A ambientação surgiu da necessidade de oferecermos um maior acolhimento aos visitantes de pacientes internados na unidade. Nesse espaço os familiares podem aguardar, de forma mais humanizada, durante os procedimentos”, destaca a supervisora de Enfermagem das UTIs, Raquel Fonseca.

 

A família também sofre com a internação de um paciente em uma UTI. É um acontecimento estressante e difícil para todos da família, pois envolve vários sentimentos, medos, dúvidas e incertezas.

 

A sala de espera é o local em que as famílias aguardam o horário de visita, podem descansar, fazer alguma leitura, ou se comunicar de forma mais tranquila. É o caso da dona de casa, Luzia Rodrigues, de 57 anos, que faz visitas ao filho internado.

 

Para ela “o espaço é muito agradável e aconchegante para os familiares que estão acompanhando os parentes na UTI. Além do mais, podemos nos comunicar com a família, pois é um lugar mais reservado”, pontua Luzia Rodrigues.

 

As Salas de Espera foram decoradas com mensagens feitas pelas próprias equipes das UTIs. O espaço propõe uma recepção acolhedora e humanizada no atendimento a todas as pessoas que utilizam os serviços do hospital. A iniciativa ainda colabora para a melhoria da qualidade e da eficiência da atenção dispensada aos pacientes, acompanhantes e visitantes.

 

O carinho e a atenção do familiar trazem benefícios ao paciente em tratamento intensivo. Possibilitar uma melhor acolhida para que o acompanhante permaneça um maior tempo é um diferencial no conforto e na segurança para todos os envolvidos no processo: paciente, acompanhante e equipe médica.

 

Nivania Ramos, da Agência Brasília.

Imagens: Divulgação.