Governo do Distrito Federal
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4/04/19 às 10h18 - Atualizado em 4/04/19 às 17h43

Infecções Sexualmente Transmissíveis são detectáveis 30 dias após a infecção

 

Testes rápidos e laboratoriais podem ser feitos nas Unidades Básicas de Saúde

 

Foto: Rodrigo Nunes/Ministério da Saúde

 

Fez sexo desprotegido durante o Carnaval? Então, está na hora de fazer um exame para garantir que nada além de boas lembranças tenha ficado após a festa. Isso porque infecções como sífilis e HIV só são detectáveis em testes de sangue 30 dias após a exposição ao risco. Porém, para doenças como as hepatites B e C, é preciso esperar mais um pouco – pelo menos 60 dias.

 

Foto: Rodrigo Nunes/Ministério da Saúde

Para tirar a dúvida, tanto o teste rápido quanto o exame de sangue laboratorial podem ser feitos em qualquer Unidade Básica de Saúde do Distrito Federal. “Ambos são eficientes. A única diferença entre deles é o tempo de entrega do resultado, que, no teste rápido, acontece poucos minutos após a realização do exame”, explica a gerente da Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis, Rosângela Ribeiro. Não é preciso estar em jejum. Basta levar documentos pessoais.

 

Também é possível fazer os testes no Centro de Testagem e Acolhimento (CTA), na Rodoviária do Plano Piloto. “Neste caso, aceita-se fazer o teste sem necessidade de identificação. Porém, o resultado é informado e não sai em laudo”, observa Rosângela.

 

Em 2018, a média de testes disponibilizados em toda a rede para HIV ficou na faixa de 13,6 mil. Para sífilis, foram 15,2 mil exames. Segundo a gerente, a média, para este ano, tem se mantido a mesma.

 

Em caso de resultado positivo para qualquer uma das doenças o paciente é encaminhado para acompanhamento na rede de atenção da secretaria de saúde.

 

SERVIÇO

CTA – Funciona de segunda a quinta-feira, das 7h às 21h, e, às sextas, das 7h às18h, no Mezanino da Rodoviária do Plano Piloto.

UBS – Confira aqui os endereços. Os horários de atendimento dependem da necessidade local e da demanda da região.

 

 

Alline Martins, da Agência Saúde