Governo do Distrito Federal
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22/07/16 às 18h02 - Atualizado em 30/10/18 às 15h15

Mais Médicos anuncia reposição de 1,5 mil profissionais e DF será beneficiado

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Atualmente, unidade da federação conta com 104 médicos do programa

BRASÍLIA (22/7/16) – O Programa Mais Médicos convocou 1,5 mil novos profissionais para reposição daqueles que já saíram ou estão finalizando os contratos ou todo o país. O Distrito Federal também será beneficiado, mas o quantitativo ainda será divulgado pelo Ministério da Saúde. Atualmente 104 médicos do programa atuam na capital. Durante o anúncio, nesta sexta-feira (22), também foi divulgada a publicação de um novo edital com 502 vagas destinadas a 393 municípios. 

“Estamos bastante satisfeitos com o desempenho dos profissionais que fazem parte do programa, que é um dos maiores projetos de cooperação de saúde na história”, afirmou o representante da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS), Joaquim Molina.

O secretário de Saúde do Distrito Federal, Humberto Lucena, que também representava o presidente Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), enfatizou que o programa tem sido muito importante para levar saúde nos locais em que é mais difícil o acesso aos serviços.

“Temos dificuldade de lotar profissionais nos locais mais distante, como nas áreas rurais. Por isso, tanto brasileiros quanto estrangeiros são muito importantes nesse programa. Hoje, eles são parte do Sistema Único de Saúde”, disse Fonseca.

A brasileira Luciana Feitosa, que se formou em medicina no Paraguai, agradeceu pela oportunidade de profissionais que se formaram no exterior voltar ao país para validar o diploma no Brasil.

“Somos mais de 300 brasileiros formados no exterior que podem contribuir na atenção primária, que é o que a população mais precisa. Temos a missão de ir aos locais mais distantes para oferecer o atendimento médico. Os amigos cubanos com certeza também farão um excelente trabalho com a população”, disse Luciana.

A médica cubana Janet Li conta que é a primeira vez que vem ao Brasil, mas já tem experiência em trabalhar no exterior. “Fiquei três anos na Venezuela atuando como médica em um programa parecido com o Mais Médicos. Aqui no Brasil, a minha intenção é ajudar as pessoas, principalmente, quem tem pouco acesso ao serviço”, disse, ao informar que na Cuba não faltam médicos e a medicina é bastante avançada.

“Quase metade dos municípios tem apenas médicos oriundos desse programa. Hoje, temos cubanos, portugueses e pessoas de várias nacionalidades que compõe a atenção primária, o que é importante para atender as pessoas antes que elas se sintam agravadas pela doença, permitindo a promoção e prevenção da saúde”, finalizou o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

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