Governo do Distrito Federal
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7/03/18 às 22h05 - Atualizado em 30/10/18 às 15h19

NOTA DE ESCLARECIMENTO

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BRASÍLIA (7/3/2018) – Ao contrário da afirmação leviana do Sindicato dos Médicos do DF, a mudança no modelo de atenção primária para Estratégia Saúde da Família conseguiu dobrar a cobertura populacional no Distrito Federal, atingindo a marca histórica de 69,1% em apenas um ano de conversão. A título de comparação, em janeiro de 2017, o DF tinha apenas 34% de cobertura.

Ainda assim, a mudança no modelo tradicional para beneficiar as pessoas continua sendo alvo de questionamentos de alguns setores da sociedade civil, que insistem em não se manter alinhados com os interesses da população.

Mas os dados mostram a verdade que alguns setores de aspirações eleitoreiras tentam, a todo custo, distorcer: em janeiro de 2017, o Distrito Federal contava com 277 equipes de saúde da família, sendo 243 implantadas no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES), do Ministério da Saúde. De fevereiro de 2017 a fevereiro de 2018, foram criadas mais 272, totalizando, até o momento, 549 equipes de saúde da família.

O aumento da cobertura do DF é consistente com a nova Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), aprovada ano passado, e só não aparece ainda nos dados oficiais do Ministério da Saúde porque o seu sistema não incorporou as mudanças promovidas na nova PNAB em vigor. O DF já pediu desde dezembro a ampliação do limite de equipes no cadastro ministerial, e aguarda a publicação da respectiva portaria, além da atualização do sistema informatizado.

Assim que o cadastro do Ministério da Saúde for atualizado, será possível verificar que, com a ampliação, a população total assistida pela Estratégia Saúde da Família no DF passou de 1.038.750 para 2.058.750 habitantes. Um salto de mais de 1 milhão de pessoas em pouco mais de um ano!

Para desqualificar o sucesso da iniciativa, o Sindicado dos Médicos do DF afirma que o governo “teria utilizado” como parâmetro dados populacionais de 2013 para calcular a área de abrangência e, dessa forma, ampliar a cobertura. Contudo, os dados divulgados pelo Governo de Brasília são os mais corretos e atualizados, com base em informações a partir de 2016.

Todos os governos pregam o fortalecimento da atenção primária, mas poucos realmente saíram do discurso para a prática, como fez a atual gestão. Foi um processo difícil, que enfrentou boicotes de vários lados, mas comprovadamente real!

Mais do que indagações com base em dados desatualizados e suposições, é necessário arregaçar as mangas e contribuir de forma positiva para fazer com que a população do DF seja atendida da melhor forma possível na rede pública de saúde.

Se houver dúvida sobre a correção dos dados, basta fazer uma visita a qualquer uma das nossas UBS para ver o novo modelo de atenção primária sendo executado, e conversar com os profissionais da atenção primária para que comprovem tanto a mudança quanto a expansão da cobertura.

Ainda há muito a ser feito, mas negar o que já foi entregue por este governo é fechar os olhos para o resultado do trabalho de uma equipe dedicada, que atingiu uma grande vitória em benefício das pessoas, vitória essa indesejada para quem entende que a melhoria da saúde representa prejuízo para suas aspirações eleitorais pessoais.