Governo do Distrito Federal
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17/06/14 às 15h11 - Atualizado em 30/10/18 às 15h11

Pesquisadora canadense faz palestra no Hospital de Ceilândia

Aleitamento materno é incentivado em UTI neonatal

 O Hospital Regional de Ceilândia (HRC) fará parte de um estudo internacional de incentivo ao aleitamento materno em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal. Para promover o projeto, a pesquisadora canadense Fay Warnock fez uma palestra, nesta terça-feira (17), para os profissionais do HRC, estudantes e professores da UnB.

O projeto tem como objetivo avaliar a efetividade da Iniciativa Hospital Amigo da Criança (IHAC) para as unidades neonatais, visando o aumento das taxas de aleitamento materno exclusivo para redução da taxa de mortalidade e morbidade associadas com a prematuridade.

De acordo com a coordenadora do projeto no Brasil, Carmen Scochi, da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, São Paulo, trata-se de um projeto inédito em parceria com UnB, HRC e outras instituições internacionais, com vistas ao aumento precoce da amamentação e prevalência do aleitamento materno exclusivo neonatal, bem como melhorar as condições de saúde dos prematuros e as práticas profissionais para promoção, proteção e apoio nas UTIs neonatais.

O projeto constará de uma primeira parte de análise de prontuários, onde serão verificados dados relativos ao aleitamento materno e às condições de saúde dos prematuros, além das estratégias que profissionais de saúde e mães utilizam para promover e apoiar a amamentação.

Numa segunda fase acontecerá à implementação da intervenção da IHAC Neo guiada pelo modelo PARISH (Promoting Action on Research Implementation in Health Services) e pela estratégia de transferência de conhecimentos com objetivo de monitorar as práticas de incentivo ao aleitamento materno.

As pesquisas da doutora Fay Warnock consistem em identificar comportamento típicos e atípicos de neonatos em situação de dor e estresse, examinar e aperfeiçoar o papel materno durante o pré-natal e pós-natal, depressão materna e condições de saúde complexa.

Regina Célia e Júlio Duarte, da Agência Saúde DF