Governo do Distrito Federal
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24/01/19 às 15h34 - Atualizado em 24/01/19 às 15h36

Princípio de incêndio no HRT aponta urgência da aprovação do PL nº 001, de 2019

 

 

A Superintendência da Região de Saúde Sudoeste informa que, devido a ocorrência de um curto circuito nas dependências do Hospital Regional de Taguatinga, na manhã desta quinta-feira (24), acionou o protocolo do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) denominado Plano de Catástrofe.

 

Com essa medida, os pacientes que estavam internados no pronto-socorro da unidade serão direcionados, ao longo do dia, a outras unidades da rede para a continuidade do tratamento.

 

A direção do HRT esclarece, ainda, que não houve chamas na emergência da unidade. O curto circuito ocorreu em um duto da seção de manutenção e transporte e a fumaça se dissipou para o pronto-socorro, conforme constatou a vistoria da Defesa Civil. Por causa dessa intercorrência, alguns canos hidráulicos também se romperam, causando vazamentos pontuais.

 

O pronto-socorro e a galeria estão interditados até que a Polícia Civil termine a perícia. Assim que o procedimento for finalizado, a equipe de manutenção da unidade iniciará, ainda hoje, o reparo das redes elétrica e hidráulica.

 

HRT CONTINUA FUNCIONANDO – Enquanto isso, as áreas essenciais do HRT estão funcionando com energia fornecida pelo gerador da unidade, que está abastecido e tem autonomia para garantir o funcionamento do hospital, se necessário, pelas próximas 48 horas.

 

Devido a adoção do plano de contingência em curso na unidade, a visita aos pacientes internados nas enfermarias está mantida. As visitas aos pacientes da área evacuada, por sua vez, serão redirecionadas.

 

NOVO MODELO DE GESTÃO É A SOLUÇÃO – O acontecimento desta manhã só reforça a necessidade de uma intervenção imediata no HRT. A secretaria destaca que o decreto de emergência na saúde possibilita a resolução de problemas como este mais rapidamente através de contratações emergenciais. Porém, sua curta validade (180 dias) evidencia, mais uma vez, a necessidade de ampliação do modelo de gestão do Instituto Hospital de Base para outras unidades de saúde e assim garantir melhores condições de trabalho aos profissionais da saúde e mais qualidade ao atendimento aos usuários da saúde pública no DF.

 

Da Agência Saúde

Foto: Breno Esaki/Saúde-DF