Governo do Distrito Federal
Governo do Distrito Federal
17/10/19 às 9h26 - Atualizado em 21/10/19 às 11h55

Região de Saúde Sudoeste reforçará assistência com dois novos mamógrafos

 

 

Aparelhos trazem atualização tecnológica para o atendimento na rede pública

 

Dois novos mamógrafos estão sendo instalados na rede pública de saúde do Distrito Federal: um no Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e outro no Centro de Radiologia de Taguatinga (CRT). Os aparelhos digitais possuem imagens de alta resolução, baixa exposição à radiação e equipamento de retirada de material para biópsia.

 

No HRT, a estimativa é de que sejam realizadas cerca de 36 mamografias por dia, podendo chegar a 900 por mês. No CRT, a média será de 30 exames diários.

 

Os equipamentos também permitirão atender às mulheres que, atualmente, estão na fila de espera para realizar o agulhamento por esterotaxia digital, exame de biópsia mamária, utilizado para obter amostras de tecidos das áreas com alterações vistas na mamografia. No HRT, 85 pessoas aguardam pelo procedimento.

 

“Os novos aparelhos vieram para modernizar e melhorar a qualidade do atendimento às nossas pacientes. Com eles, teremos imagens mais definidas, o que auxiliará os médicos na hora do diagnóstico, podendo acelerar o início do tratamento já que diminui a necessidade de ter de repetir o exame”, avalia o superintendente da Região de Saúde Sudoeste, Luciano Agrizzi.

 

Os mamógrafos em instalação substituem outros dois com menos recursos tecnológicos e que não realizavam o agulhamento. No início do ano, foram instalados outros três equipamentos nos hospitais Regional de Sobradinho, Materno Infantil de Brasília e Base.

 

OUTUBRO ROSA  Os cuidados com a saúde da mulher estão sendo intensificados pela Secretaria de Saúde. Durante este mês, todas as unidades básicas de saúde (UBS) e policlínicas estão de portas abertas para acolher e avaliar quem está entre o público-alvo.

 

Conforme recomendação do Ministério da Saúde, as mulheres que tenham entre 50 e 69 anos de idade, ou que estejam acima dos 35 anos, se tiverem histórico de câncer de mama bilateral na família, câncer de ovário ou já tiverem histórico de outro tipo de câncer elevado, devem buscar a unidade básica de saúde mais próxima para receber o encaminhamento.

 

 

Josiane Canterle, da Agência Saúde

Fotos: Breno Esaki/Saúde-DF