Governo do Distrito Federal
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6/11/20 às 14h22 - Atualizado em 6/11/20 às 14h26

Saúde faz ação contra Aedes aegypti na estrutura do Centro Administrativo em Taguatinga

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Drone do Corpo de Bombeiros foi usado para visualizar a cobertura dos prédios

 

Drone foi usado para acessar locais de difícil acesso e verificar a presença de focos de aedes – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

 

JOSIANE CANTERLE

 

A Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) fez, nesta quinta-feira (5), ação contra o mosquito transmissor da dengue, chikungunya, zika vírus e febre amarela (urbana) utilizando, como apoio, drones do Corpo de Bombeiros. O local foi o prédio construído para abrigar o Centro Administrativo, em Taguatinga. Com o drone sobrevoando a área, as equipes da Dival têm uma capacidade maior de visualizar possíveis focos do mosquito em locais mais remotos e de difícil acesso.

 

Equipamento do Corpo de Bombeiros é utilizado em ações conjuntas com a Vigilância Ambiental – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

 

Os agentes da vigilância fizeram também varredura nos jardins, garagens, subsolo e áreas internas da estrutura. Nenhum foco foi encontrado no local. Foram observados alguns pontos com água parada na parte superior dos blocos do complexo de edifícios. Com as imagens, os agentes foram direto às lâminas d’água e verificaram não haver focos do mosquito. Como prevenção, foi colocada a pastilha de spinosad, um biolarvicida que não causa prejuízo a outros seres ou planta e tem efeito prolongado, liberando partículas lentamente para eliminar as futuras larvas do Aedes aegypti.

 

Todo o complexo de prédios do Centro Administrativo foi vistoriado pela Vigilância Ambiental – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

 

“A área foi fiscalizada e devidamente tratada como prevenção, pois não foram encontrados focos na área. Ainda foram encontradas pastilhas no local deixadas na visita anterior para o tratamento”, relata o diretor da Vigilância Ambiental, Edgar Rodrigues. A visita dos agentes é realizada periodicamente na estrutura.

 

Agentes de Vigilância Ambiental na ação ocorrida na estrutura do Centro Administrativo – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

 

O diretor destacou que os ovos que estão eclodindo com o retorno das chuvas podem estar num determinado local há meses, pois ele dura mais de um ano. “Tem o trabalho que os administradores (regionais) fizeram com os chefes de núcleo, com programas nas cidades, para prevenir o aparecimento do mosquito durante o ano todo”, explicou Rodrigues. Ele também informou que há um cronograma para visita em prédios públicos.

 

Bombeiros participaram da ação contra o Aedes aegypti em Taguatinga – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF