Governo do Distrito Federal
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21/01/14 às 19h26 - Atualizado em 30/10/18 às 15h10

Saúde orienta sobre combate a pragas urbanas nas residências

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Cuidados contra pernilongos, formigas, cupins e baratas

No verão, a incidência das pragas urbanas em residências é maior. Essa situação ocorre porque a umidade e as altas temperaturas reduzem o ciclo de reprodução de insetos como pernilongos, formigas, cupins e baratas, o que estimula a proliferação e os tornam mais ativos na procura por alimento. A Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF) orienta os moradores nesse combate.

“Preferimos chamar as pragas urbanas de animais sinantrópicos, aqueles que se adaptaram a viver junto ao homem”, comenta a diretora de Vigilância Ambiental, Kênia Cristina. Dentre esses animais, que podem transmitir doenças ou causar agravos à saúde, estão ratos, pombos, baratas, moscas, pulgas, escorpiões, aranhas, formigas, lacraias ou centopéias, taturanas, mosquitos, abelhas, vespas e morcegos.

Alguns deles são vetores ou transmissores de doenças (mosquitos, pulgas, pombos, ratos e morcegos). Outros inoculam veneno, sendo considerados animais peçonhentos e podem provocar desde reações alérgicas a acidentes mais graves. Estão nesse grupo os escorpiões, formigas abelhas, vespas e aranhas.

“Em geral, deve-se evitar que a residência represente um ambiente agradável a estes animais e não disponibilizar o que chamamos de os Quatro A´s: alimento, água, abrigo e acesso”, esclarece a diretora.

Alimento e água:
– Acondicionar o lixo em sacos plásticos, dentro de latas apropriadamente fechadas e limpas; limpar fornos, armários, despensas, eletrodomésticos, coifas, sob pias e todo local que possa acumular tanto gordura quanto restos alimentares;

– Armazenar açúcares e alimentos em potes bem vedados.

Abrigo e acesso:
– Manter limpos quintais, jardins, sótãos, garagens e depósitos, evitando acúmulo de folhas secas, lixo e demais materiais como entulho, telhas, tijolos, madeiras e lenha;

– Ao manusear estes materiais, usar luvas de raspa de couro e calçados, pois podem abrigar aranhas e escorpiões.

– Tampar, vedar ou telar os acessos e conectores ao interior da residência, como ralos, tomadas caixas de esgoto, elétricas e de telefone, vão de portas e janelas.

– Observar se não há espaços, buracos, na estrutura da casa, telhado. Em caso positivo, providenciar o fechamento, pois podem servir de abrigo para pombos e morcegos ou outros animais sinantrópicos.

Qualquer dúvida relacionada a esses animais pode ser esclarecida na Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (DIVAL) da SES/DF, que funciona de segunda à sexta-feira de 8 às 17h. O atendimento é feito inicialmente por telefone pelo 3343-8814. “São repassadas as primeiras orientações para que se possa resolver o problema. Alguns casos, encaminhados às equipes técnicas para inspeção domiciliar, como aparecimento de escorpião, infestação de roedores, pombos, mosquitos”, explica Kênia.

Por Patrícia Kavamoto, da Agência Saúde DF
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