Governo do Distrito Federal
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24/01/19 às 14h35 - Atualizado em 4/02/19 às 15h24

Saúde reabastece estoque com 2,5 milhões de fitas de glicemia

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O estoque da Farmácia Central da Secretaria de Saúde do Distrito Federal foi reabastecido com 2,5 milhões de fitas glicêmicas. O quantitativo é suficiente suprir a demanda da rede pelo período de três meses. A compra também incluiu a aquisição de glicosímetro, aparelho usado para medir a concentração de glicose no sangue.

 

“Toda a rede da Secretaria de Saúde poderá reabastecer seu estoques. O produto já está disponível nas unidades básicas de saúde número cinco, de Taguatinga, número um, de Águas Claras, além da quatro e seis do Gama”, frisou a subsecretária de Atenção Integral à Saúde, Renata Rainha.

 

As agulhas para a caneta de insulina, usadas para aplicação do insumo, estão disponíveis nos hospitais regionais de Sobradinho, Ceilândia, Guará, e unidades básicas de saúde da Região Leste. “Temos em grande quantidade, mas já está em curso um processo emergencial e outro regular para que não falte”, acrescentou a gestora.

 

Quanto à insulina ultrarrápida, em falta na rede, a previsão é de que os estoques sejam abastecidos em aproximadamente 30 dias. Para este item, a Secretaria de Saúde também está realizando uma licitação regular.

 

Renata destacou, ainda, que a pasta trabalha para normalizar outros itens, como as bombas de infusão, aparelho médico-hospitalar utilizado para administrar remédios de forma automática e programada em pacientes que estão internados.

 

A falta de bombas de infusão foi um dos problemas apontados no relatório feito no início deste ano, cumprindo determinação do governador Ibaneis Rocha para identificar os principais problemas na rede e decretar situação de emergência na pasta.

 

Diante da situação das unidades, atualmente, o governo pleiteia a aprovação de um projeto de lei, que será votado nesta quinta-feira (24), na Câmara Legislativa. A ideia é ampliar o modelo exitoso do Instituto Hospital de Base para o Hospital Materno Infantil de Brasília, Hospital de Taguatinga e de Santa Maria, além das seis Unidades de Pronto Atendimento existentes no Distrito Federal.

 

O objetivo dessa alteração de modelo de gestão é desburocratizar a aquisição e contração de insumos, serviços e recursos humanos – com transparência – de forma a melhorar a assistência à população. A Secretaria de Saúde manterá o quadro de servidores, que terão os seus direitos garantidos.

 

Ailane Silva, da Agência Saúde

Foto: Breno Esaki/Saúde-DF