Governo do Distrito Federal
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10/10/20 às 18h16 - Atualizado em 13/10/20 às 17h12

Secretaria de Saúde revitaliza Hospital Materno Infantil de Brasília

Foram investidos R$ 3 milhões para melhorar a infraestrutura e o atendimento

 

LEANDRO CIPRIANO

 

O Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) está de cara nova. Resultado do investimento de R$ 3 milhões que a Secretaria de Saúde (SES) fez para revitalizar o prédio e manter o hospital como referência no atendimento pediátrico e ginecológico. Hoje (10), o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, conferiu de perto o resultado dos investimentos no Hmib.

 

Secretário de Saúde conferiu de perto as melhorias no Hmib – Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

 

O prédio ganhou pintura e iluminação novas. A entrada principal e a recepção da Emergência Pediátrica foram revitalizadas. Mudaram também as janelas e as redes elétrica e hidráulica do espaço onde funcionava o complexo regulador, a gestão de leitos e o Núcleo de Internação e Alta (NIA).

 

No Centro Obstétrico e na Neonatologia foram instalados refrigeradores de ar. Durante sete anos, esses espaços funcionavam sem ar-condicionado. Os pacientes e seus parentes agradeceram. “Faz muita diferença, melhora a qualidade do serviço, ainda mais nesse calor”, elogiou Maria de Jesus Nascimento, 31 anos, mãe de uma menina nascida há poucos dias no Hmib.

 

Com a revitalização, o Centro Obstétrico ganhou uma Sala de Classificação de Risco. O espaço é refrigerado e conta com câmeras de vigilância. É ali, num ambiente confortável e seguro, que agora pacientes grávidas vão aguardar pelas consultas.

 

Hmib ganhou espaços novos, como a Sala de Classificação de Risco – Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

 

A diretora do Hmib, Marina da Silveira, mostrou também ao secretário as novas estações de trabalho dos servidores. Antes, esses espaços eram insalubres e subutilizados. Agora, contam com baias refrigeradas e adaptadas para receber aparelhos eletrônicos, como computadores e impressoras. O espaço pode acomodar também médicos de diversas áreas, contribuindo para melhorar a relação entre profissionais da saúde.

 

Osnei Okumoto, que é farmacêutico de formação, fez questão de visitar os Núcleos de Farmácia do Hmib. Antes, esses locais não dispunham de espaço suficiente para armazenar o estoque de medicamentos e materiais. O problema foi solucionado com a construção de um mezanino e com a readequação das salas para aproveitar melhor o espaço. “Os servidores mais antigos dizem que melhorias como essa nunca tinham sido feitas nas farmácias do Hmib”, conta a diretora do hospital.

 

Osnei Okumoto fez questão de visitar os Núcleos de Farmácia do Hmib – Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

 

O secretário de Saúde gostou do que viu. “Percebemos que há o comprometimento dos profissionais em melhorar o atendimento e o acolhimento dos pacientes, transformando o Hmib numa casa de prestação de serviços muito eficiente para a população”, elogiou Okumoto.

 

Por causa da pandemia, o andamento de algumas obras atrasou, prejudicando o cronograma do projeto. Mesmo assim, o hospital manteve o ritmo de atendimento e, agora, de cara nova, pode melhorar ainda mais os serviços que presta à população, segundo a direção do Hmib.

 

Secretário de Saúde elogiou as melhorias no Hmib – Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

 

REDE REVITALIZADA

 

Além do Hmib, outras unidades da rede pública de saúde do DF já foram modernizadas neste ano. São elas: os hospitais regionais de Samambaia (HRSam), Taguatinga (HRT), Gama (HRG), Sobradinho (HRS), da Região Leste (HRL, antigo hospital do Paranoá), Brazlândia (HRBz), Guará (HRGu), Apoio de Brasília (HAB) e São Vicente de Paulo (HSVP).

 

Foram ainda revitalizadas a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), a Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências de Saúde (Fepecs), o Complexo Regulador do Distrito Federal (CRDF) e o Parque de Apoio da Secretaria de Saúde, além de galpões da Secretaria de Saúde.

 

As melhorias nas unidades da rede já estavam previstas pelo Governo do Distrito Federal, mas foram antecipadas e aceleradas diante da pandemia. Em março deste ano, foram assinados 19 contratos de manutenção preventiva e corretiva de unidades da rede pública.