Governo do Distrito Federal
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18/02/20 às 18h14 - Atualizado em 19/02/20 às 14h45

Sete hospitais receberão salas de acolhimento para casos de dengue

Objetivo é diagnosticar a doença precocemente, evitando as complicações

 

 

A partir desta quarta-feira (19), sete hospitais da rede pública de saúde do DF irão receber as Salas de Acolhimento para Casos Suspeitos de Dengue. Elas serão montadas nos estacionamentos das unidades e serão utilizadas no atendimento ao paciente com suspeita de dengue.

 

Receberão as salas os hospitais de Planaltina, da Região Leste, Asa Norte, Guará, Gama, Brazlândia e Taguatinga. Essas unidades foram escolhidas por já terem sala de hidratação oral e venosa funcionando. Os atendimentos serão por demanda espontânea.

 

“Os pacientes suspeitos, sem sinais de alarme, serão acolhidos nas Salas de Acolhimento pela equipe composta de enfermeiro e técnico de enfermagem. Casos eles necessitem de exames laboratoriais, serão encaminhados ao hospital e iniciada a hidratação. Casos não confirmados seguem acompanhados nas unidades básicas de saúde”, explica o secretário-adjunto de Assistência, Ricardo Tavares.

 

Os pacientes com suspeita ou já diagnosticados com dengue são classificados em grupos, de acordo com a gravidade do caso e aparecimento dos sinais de alerta. Aqueles que já apresentam sinais de alarme presente e/ou de gravidades têm indicação de internação e são direcionados aos hospitais. Pacientes encaminhados da UBS irão diretamente para o atendimento hospitalar.

 

O atendimento nas salas será feito de segunda a domingo, das 8h às 17h. “Importa frisar que o atendimento nas UBS se mantém. Algumas com horário estendido até as 22h. E nas UBS tipo II, com sala de hidratação também”, lembra Ricardo.

 

PRAZO –  A previsão é de que as salas funcionem pelos próximos 30 dias, podendo ser estendido, dependendo da demanda de cada região administrativa.

 

“O objetivo é diagnosticar a dengue precocemente e iniciar o tratamento, evitando as complicações decorrentes da doença”, destaca o secretário-adjunto.

 

Alline Martins, da Agência Saúde 

Fotos: Breno Esaki/Saúde DF