Governo do Distrito Federal
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1/07/18 às 8h17 - Atualizado em 30/10/18 às 14h58

Vencedores do 1º HackSaúde DF são premiados na Campus Party

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Os vencedores do 1º HackSaúde, promovido pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal, receberam, na noite deste sábado (30), as premiações pelos projetos de soluções tecnológicas apresentados durante a Campus Party. A primeira colocada foi a equipe Jeviche, seguida pela Healthy Bot e pela Arise. Ao todo, foram 18 equipes inscritas com 70 participantes, sendo 12 equipes finalistas com 47 participantes.

 

Durante a entrega do prêmio, o secretário de Saúde, Humberto Fonseca, destacou que o Sistema Único de Saúde é uma conquista da população brasileira. Porém, enfrenta uma crise com baixo orçamento, demanda crescente e aumento da densidade tecnológica.

 

“Se não pensarmos em soluções mais inteligente e tecnologia para nos ajudar a produzir mais com menos recursos, essa conquista, tão importante, corre um grande risco. Por isso, o evento estimula a criatividade e nos ajuda a pensar em novas soluções para que o futuro seja brilhante”, ressaltou o secretário de Saúde.

 

VENCEDORES – Em 1º lugar, a equipe Jeviche apresentou um projeto que avaliou a satisfação do usuário, a partir de uma visão sistêmica. “O nosso objetivo era direcionar melhor as pessoas para os pontos de atendimento, de acordo com os critérios do SUS, como territórios, e também segundo a necessidade de cada usuário. Por isso, criamos um aplicativo que evita que as pessoas procurem atendimento no local inadequado”, disse o representante da equipe, Vítor Paulos Beline.

 

Já a equipe Healthy Bot mostrou uma plataforma pronta e adaptável, com foco no usuário. “Nós criamos um robô que funciona pelo Facebook. Ele tem os dados sobre cada especialidade existente no DF e, ao ser perguntado pelo usuário onde é possível encontrar o serviço, ele emite a resposta”, explicou Carolina Fagundes

 

Por fim, o projeto da equipe Arise ganhou o nome Sana, que tem origem no latim e significa curar, e propôs mapear as unidades de saúde, informando quais as especialidade oferecidas.

 

“Muitas pessoas vão para as unidades sem saber quais especialidades estão disponíveis e, quando não conseguem resolver sua demanda, ficam frustradas. Por isso, criamos um aplicativo para indicar onde elas podem acessar o serviço desejado e quando não existe esse serviço próximo de sua casa é gerada uma demanda, que fica disponível para os gestores terem conhecimento da necessidade de cada local”, explicou Victor Correia de Moura.

 

PREMIAÇÃO – Os primeiros colocados receberam R$1,5 mil, R$ 1 mil, e R$ 500, respectivamente. Todos poderão realizar curso de curta duração sobre inovação e tecnologia e receber ingressos com direito a camping para a Campus Party Brasil 2019, em São Paulo.

 

HACKSAÚDE – A iniciativa teve como objetivo receber propostas que inovem ou aperfeiçoem processos de gestão e governança para melhorar, efetivamente, os serviços de saúde pública demandados pela população do Distrito Federal, por meio do desenvolvimento de soluções apresentadas por protótipos, com base nos desafios estipulados.

 

O HackSaúde DF é o primeiro hackathon com dados sobre a saúde pública do Distrito Federal. O objetivo é construir soluções tecnológicas que criem, inovem ou aperfeiçoem processos de gestão e governança para melhorar, efetivamente, os serviços de saúde pública demandados pela população do DF.

O projeto do 1º HackSaúde DF foi incorporado – por iniciativa do Observatório Social de Brasília e do Instituto de Fiscalização e Controle (IFC) – pela força-tarefa constituída pela Portaria Conjunta nº 02/2017. O documento foi reeditado pelo Ministério Público do DF, Secretaria de Saúde, Controladoria-Geral do DF e Câmara Legislativa, que se uniram para avaliar e diagnosticar a força de trabalho da SES.

 

 

TEXTO: Ailane Silva, da Agência Saúde

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