Governo do Distrito Federal
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28/02/13 às 12h52 - Atualizado em 30/10/18 às 14h58

Cirurgia pediátrica cardíaca tem fila única

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Serviço complementa o acompanhamento médico dos usuários SUS

 

Com o objetivo de reduzir o tempo de espera e melhorar o atendimento, o GDF, por meio da Secretaria de Saúde, em parceria com o Instituto de Cardiologia do DF (ICDF), criou, em novembro do ano passado, fila única para a cirurgia pediátrica cardíaca. As crianças são diagnosticadas na rede pública de Saúde e direcionadas ao ICDF, para fazer as operações de alta complexidade. Em média, 15 pacientes são atendidos por mês, entre casos urgentes e eletivos – que aguardam nos leitos das Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

 

A coordenadora de Cardiologia da Secretaria de Saúde do DF, Edna Maria Marques de Oliveira, explica que a fila única complementa os atendimentos cardiológicos dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). “Os casos urgentes são priorizados e têm total acompanhamento médico. Isso faz a cirurgia transcorrer melhor e aumenta o número de crianças operadas. Torna o atendimento muito mais transparente e ágil”, afirmou.

 

A instituição da fila única é resultado de convênio firmado, em 2010, entre o GDF, por meio da Secretaria de Estado de Saúde, e o ICDF. “Com o bom resultado nas cirurgias pediátricas, estudamos abrir, no próximo mês, fila única também para adultos”, destacou Edna Maria Marques.

 

Atualmente, o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) é o responsável, na rede pública, por toda a demanda cardiológica de alta complexidade dos usuários do SUS. A unidade continua como referência para os pacientes da rede que necessitam desse atendimento. São realizadas operações de cateterismo e angioplastia – desobstrução de artérias – cardíacos em pacientes já internados ou que foram diagnosticados com infarto agudo do miocárdio.

Procedimentos feitos por mês pelo convênioCirurgia cardíaca: 74 pacientes (59 adultos e 15 pediátricas)
Cateterismo cardíaco: 150
Angioplastias: 72
Ecocardiogramas: 1200
Ergometria (teste de esforço): 600
Ergoespirometria: 32
Monitorização ambulatorial da pressão arterial (Mapa): 400
Holter (monitoramento da atividade elétrica cardíaca): 260
Consultas: 800
Tomografias computadorizadas: 160
Ressonância nuclear magnética: 300

 

(Agência Brasília)