Governo do Distrito Federal
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13/09/17 às 11h08 - Atualizado em 30/10/18 às 15h18

Cultura institucional do Hospital de Base estimula trabalho em equipe

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Mesmo com as dificuldades rotineiras, servidores superam limitações

BRASÍLIA (13/9/17) – “Um gigante mágico de 57 anos, onde tudo se resolve, mesmo com os obstáculos e dificuldades, no qual as pessoas, quando passam as suas portas para dentro, encontram o conforto e o alívio que tanto buscavam”. Essa definição, que parece extraída de um conto de realismo fantástico, foi a imagem encontrada pela técnica de enfermagem Elza Aparecida dos Reis Almeida para descrever o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), seu ambiente de trabalho há exatos 27 anos e seis meses.

No entanto, longe de representar um ente imaginário em sua vida pessoal e profissional, o HBDF também poderia ser descrito como o seu campo de batalhas, onde o arsenal utilizado para resgatar a saúde dos pacientes teve seus momentos de baixa, mas tem se modernizado. Um dos exemplos que ela cita são as bombas de infusão – equipamento automatizado para aplicação de medicamentos por via intravenosa. “Antes, fazíamos os cálculos para aplicação usando regra de três e ainda era necessário controlar o gotejamento no olho e no relógio, agora, é mais seguro.

Elza também destaca a melhoria na estrutura física do hospital, que passou por uma grande reforma na última década, ganhando um novo sistema hidráulico, elétrico, tubulação de oxigênio e escada de emergência externa. “Passamos por períodos dramáticos aqui, com elevadores defeituosos, goteiras e equipamentos ultrapassados. Agora, dispomos de macas e cadeiras de rodas modernas, que facilitam muito a condução dos pacientes.

As camas automáticas nas enfermarias são um objeto de desejo conquistado. “Quando a gente via esses equipamentos na UTI nossos olhos chegavam a brilhar, porque facilitam tanto a vida dos profissionais que atendem, quanto promovem mais conforto para os pacientes”, compara. Outra evolução foi a implantação do sistema informatizado de acompanhamento dos pacientes, que disponibiliza o prontuário eletronicamente. “Antes, fazíamos tudo a mão”, relembra.

Elza Almeida ocupa o cargo de diretora do Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem e, embora liberada da carga horária, “nunca quis fazer uso desse direito”, enfatiza. Sindicalista desde 1994, tem atuado de forma diligente em defesa das condições de trabalho do grupo profissional que representa. “O Hospital de Base é movido pela disposição dos servidores, que muitas vezes superam os próprios limites para que não haja interrupção na assistência”, exalta.

Confira aqui as fotos. 

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