Governo do Distrito Federal
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3/02/15 às 10h09 - Atualizado em 30/10/18 às 15h11

DF não registra casos de sarampo

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Última notificação foi em 2013 e o caso veio de fora do país.

BRASÍLIA (3/2/15) – O número de casos de sarampo no Distrito Federal é zero. Os últimos registros ocorreram em 2011 e 2013, ambos de pessoas que trouxeram a doença de fora do Brasil. Essa realidade tem sido possível graças às campanhas de vacinação, que têm alcançado em quantidade significativa o público mais propício à doença: as crianças.

No ano passado, durante a última campanha de vacinação, entre novembro e dezembro, foram vacinadas 127.155 crianças menores de 5 anos de idade, representando uma cobertura de 79% no DF. A regional de saúde que atingiu a meta de cobertura de vacinação nessa faixa etária foi Planaltina, com 96,8%.

“Apesar da campanha, as pessoas podem ser vacinadas a qualquer tempo. A vacina está disponível em todas as salas de vacinação das unidades de saúde do DF. Basta levar a caderneta da criança e verificar se ela já recebeu a dose ou não”, frisa a gerente de Vigilância Epidemiológica e Imunização, Cristina Segatto.

Segatto também destacou a importância da vacinação aos viajantes, “para quem vai viajar é ainda mais importante fazer essa verificação. A imunização evita que a pessoa traga a doença de outro local para a sua casa, seu local de trabalho ou para a cidade”, conclui.

Para o controle de casos, a Saúde do DF recebe a notificação de todo caso atendido por um médico, seja da rede pública ou da rede privada, iniciando, assim, uma investigação epidemiológica.

SINTOMAS E TRATAMENTO – As crianças com menos de 1 ano de idade estão mais vulneráveis ao contágio, por ainda não terem recebido nenhuma dose da vacina. O sarampo é uma doença de alta transmissibilidade e, apesar de ser mais comum na infância, também pode acometer adultos.

O primeiro sintoma da doença é a febre alta, em geral, acompanhada de conjuntivite e tosse. Depois, aparecem manchas pelo corpo, começando atrás das orelhas e espalhando-se pela face e, posteriormente, pelo resto do corpo. Em casos mais graves, podem surgir infecções respiratórias e encefalites.

A doença pode durar até sete dias. “O tratamento é sintomático, o médico receita remédio para a febre, para dor e se tiver infecção bacteriana, faz tratamento com antibiótico”, finaliza Cristina Segatto.

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