Governo do Distrito Federal
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8/07/16 às 19h22 - Atualizado em 30/10/18 às 15h15

Distrito Federal reduz incidência de H1N1

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Boletim Epidemiológico passará a ser divulgado quinzenalmente

BRASÍLIA (8/7/16) – O Distrito Federal reduziu, drasticamente, a incidência do vírus H1N1. Nos meses de abril e maio, foram contabilizados 151 casos, contra apenas 12 registrados em junho. Comparando o número de 2016 com o apurado em anos anteriores, este primeiro semestre se mostrou atípico, com início de contágio mais precoce e com maior quantitativo de pessoas acometidas.

De acordo com a diretora de Vigilância Epidemiológica, Cristina Segatto, a queda considerável dos casos se deu após o período da vacina fazer efeito. “Aqui no DF antecipamos a campanha de vacinação contra o vírus H1N1. Com isso, as pessoas que receberam a vacina se tornaram imunes entre o 15º ao 30º dia após tomar a dose, que é o período em que a vacina começa a fazer o efeito de proteção no organismo. Então, já esperávamos que os casos começassem a diminuir a partir de junho”, destacou.

Diante da redução, o Boletim Epidemiológico com os dados de H1N1, que era produzido semanalmente, passará a ser quinzenal. “A tendência é que, mesmo agora no inverno, ocorram poucos casos, pois uma boa parte da população do DF já está imunizada, o que faz com que haja uma menor circulação do vírus H1N1. Continuaremos acompanhando a situação do vírus e passaremos a fazer o boletim agora de forma quinzenal”, informou a diretora.

SEGUNDA DOSE – Crianças entre seis meses a menores de 4 anos que tomaram a vacina pela primeira vez este ano precisam receber uma segunda dose 30 dias após a primeira. Até o momento, a procura pela segunda dose foi de apenas 59%. A vacina para estas crianças está disponível em todos os centros de saúde, de segunda a sexta-feira.

PREVENÇÃO – Mesmo com uma menor circulação do vírus, é necessário manter os cuidados com a higiene. É importante lavar com frequência as mãos, principalmente antes de consumir algum alimento; utilizar lenço descartável para higiene nasal; cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir; higienizar as mãos após tossir ou espirrar; manter os ambientes bem ventilados e evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de influenza.