Governo do Distrito Federal
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10/12/19 às 13h49 - Atualizado em 10/12/19 às 13h54

Fepecs e Fap-DF promovem o 1º Hackathon de Saúde Pública do DF

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Evento apresentará tecnologia para auxiliar no combate à dengue

 

Com o objetivo de desenvolver inovações tecnológicas para o controle, prevenção, previsão e educação da sociedade no combate ao mosquito Aedes aegyti e à dengue no Distrito Federal (DF), segue até sexta-feira (13), a maratona desencadeada pelo 1º Hackathon de Saúde Pública. O evento está acontecendo no auditório do Centro de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Universidade de Brasília (UNB).

 

A iniciativa foi idealizada pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) e promovida pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (Fap-DF). Está sendo realizada dentro da Mostra de Tecnologia Brasília mais TI, que recebe o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-DF), da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra-DF), do Sesi e Senai do DF, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) em parceria com o Sindicato das Indústrias da Informação do DF (Sinfor) e da UnB, por meio do Parque Tecnológico da Universidade (PCTec).

 

De acordo com o presidente da Fap-DF, Alessandro Dantas, a missão institucional é contribuir com o desenvolvimento socioeconômico do DF, pensando em todas as áreas que afetam a população, como é o caso da saúde.

 

“O Dr. Marcos, da Fepecs, me fez uma visita e lançou o desafio de promover o Hackathon. Nós acolhemos a ideia de imediato. Esta é apenas a primeira iniciativa dentro de um desafio muito maior de fortalecimento das inovações de tecnologia dentro da área da saúde”, declarou Dantas.

 

O diretor-executivo da Fepecs, Marcos de Sousa Ferreira, apresentou uma encomenda aos cerca de 40 especialistas em Tecnologia da Informação inscritos no Hackathon.

 

“Este encontro reunirá equipes que vão desenvolver propostas inovadoras de tecnologia para auxiliar na prevenção e controle da dengue, e no suporte de informação e monitoramento. O objetivo é fazer o primeiro projeto a ser desenvolvido no DF, com possibilidade de ampliação, e utilizando de estratégias como a integração do sistema, teoria de desenvolvimento liderada pela comunidade e conceito de conectividade”, destacou Ferreira.

 

A maratona para a criação do produto, seja uma plataforma digital ou um aplicativo que envolva a população no combate à dengue, será finalizada na sexta (13) com a solenidade de premiação. As melhores soluções ganharão prêmios. Serão R$ 6 mil para o primeiro lugar, R$ 3 mil para o segundo, e R$ 2 mil para o terceiro colocado.

 

Da Agência Saúde, com informações da Ascom/Fepecs-DF

Fotos: Divulgação/Fepecs-DF

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