Governo do Distrito Federal
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11/12/13 às 17h39 - Atualizado em 30/10/18 às 15h10

Forças Armadas se unem à Saúde no combate à dengue

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Trabalho dos militares começou na Fercal 

Fotos: Renato Araújo

O combate à dengue no Distrito Federal ganhou o apoio das Forças Armadas a partir desta quarta-feira (11). Até o dia 28 de fevereiro, 20 militares do Exército Brasileiro, 11 da Aeronáutica e 15 da Marinha reforçarão os trabalhos de prevenção da doença. A Fercal foi a área escolhida para dar início à ação.

Os meses com maior ocorrência de casos de dengue no Distrito Federal foram março, abril e maio, que responderam por 67,9% dos casos registrados no período de janeiro a dezembro de 2013. A Secretaria de Saúde do DF (SES) informou que 22 pessoas foram identificadas com dengue grave e nove morreram.

“Queremos agradecer às Forças Armadas pelo reforço nessa grande missão de saúde pública no combate à dengue do DF”, declarou a subsecretária de Vigilância à Saúde, Marília Cunha.  

 Os militares passaram por treinamento na última segunda e terça-feira (09 e 10) sobre como realizar o levantamento de índices da dengue e como orientar a comunidade. “Eles receberam informações sobre os cuidados para evitar a proliferação do mosquito Aedes Aegypti, estratégias para abordar os moradores e onde procurar os focos”, comentou Marília. De acordo com a subsecretária, os militares são acompanhados por agentes da Vigilância Ambiental.

O recruta Klinton, da Marinha, considera importante o trabalho de prevenção. “Estou achando legal ajudar a comunidade no combate ao mosquito transmissor. Esse é uma ação que traz benefícios a todos, até mesmo para nós que estamos em campo”, afirmou.  

Para o 3º sargento Ryller, do Exército, o trabalho agrega novos conhecimentos. “Trata-se de uma atividade completamente diferente da que exercemos habitualmente. Essa nova missão contribui e muito para o nosso aprendizado”, comentou.

Moradora da Fercal, a autônoma Maria de Jesus Souza, aprovou a atuação dos militares. “Essa visita foi uma surpresa. Achei bom, porque já estamos acostumados com os agentes da vigilância, que sempre passam e são nossos conhecidos. Espero que outros moradores recebam os militares de portas abertas, como eu recebi”, disse.  

Por Patrícia Kavamoto, da Agência Saúde DF

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