Governo do Distrito Federal
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23/11/16 às 19h42 - Atualizado em 30/10/18 às 15h16

HCB completa cinco anos com mais de 2 milhões de atendimentos

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Evento nesta quarta-feira (23) reuniu autoridades e funcionários

BRASÍLIA (23/11/16) – Entre sorrisos acompanhados de alegria e música, o Hospital da Criança de Brasília (HCB) celebrou, nesta quarta-feira (23), o quinto aniversário da unidade. Para comemorar, o HCB promoveu uma manhã de atividades como forma de prestar uma homenagem a funcionários, ex-funcionários e pacientes.

O evento teve a presença do governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, do secretário de Saúde, Humberto Fonseca, do superintendente executivo adjunto do HCB, Gilson Andrade e, também, de representantes das instituições que são responsáveis pela construção e gestão da unidade.

Na ocasião, foi apresentado o lançamento de 17 personagens infantis que farão parte das campanhas e folhetos criados pelo hospital. Os desenhos representam as crianças e adolescentes que já foram atendidos no HCB desde que foi criado.

Além disso, foi lançada uma campanha que será exibida nos meios de comunicação e redes sociais a partir desta quarta-feira. O objetivo é tornar público as diversas experiências vividas por profissionais e pacientes que marcaram a construção da história da instituição.

O governador do DF, Rodrigo Rollemberg, agradeceu a cada pessoa que ajudou o hospital a se tonar uma unidade de referência no atendimento pediátrico e destacou a gestão do superintendente executivo do HCB, Renilson Rehem.

“Trata-se de um hospital 100% público e as histórias que vimos aqui hoje já falam por si só. Quero fazer um reconhecimento público ao trabalho realizado pelo Dr. Renilson, pois foram muitos resultados positivos”, declarou Rollemberg.

Em seu pronunciamento, o secretário de Saúde, Humberto Fonseca, ressaltou a importância dos resultados alcançados pelo superintendente executivo da instituição e que durante estes cinco anos o hospital tem oferecido um serviço de excelência à população.

“Esse é um hospital que nasceu de uma iniciativa maravilhosa, que é do povo e que só funciona porque é administrado pelos usuários do Sistema Único de Saúde [SUS]. Conheço o compromisso da gestão do Dr. Renilson, ele faz parte desta história. A Secretaria vai defender o hospital, nós vamos lutar e vamos conseguir”, discursou Humberto.

HCB – A instituição compõe a rede pública de saúde da capital e atende exclusivamente pelo SUS. No local, crianças e adolescentes com câncer e Homeopatias contam com 22 leitos para tratamento, como, também, pacientes que necessitem de assistência de média e alta complexidade, recebem atendimento especializado e ambulatorial em 17 especialidades pediátricas.

Por ser um hospital de especialidades, não oferece emergência. Assim, a criança ou adolescente que precise de uma consulta, será encaminhada por um pediatra da rede para marcação de consulta na Central de Regulação. Desde sua inauguração até este mês de outubro, a unidade já realizou mais de dois milhões e 93 mil atendimentos.

O HCB foi construído pela Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace) ao custo de R$ 15 milhões e foi doado ao Governo do Distrito Federal. Atualmente, o HCB é gerido pelo Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (ICIPE).

CONSTRUÇÃO – A construção do HCB foi prevista em duas fases, sendo elas Bloco I, que está em funcionamento e, o Bloco II, em construção. A segunda parte do projeto está sendo executada pelo Governo de Brasília em parceria com a Organização Mundial da Família (WFO) e com previsão de inauguração para 2017.

O Bloco II abrangerá toda a internação, cirurgias, Unidade de Terapia Intensiva (UTI), Centro de Ensino e Pesquisa e diagnóstico especializado. Quando for finalizado, o número de leitos será ampliado para 202 e, deste montante, 164 serão utilizados para internação clínica, cirúrgica, oncológica, cuidados paliativos e pós-transplantes. Para a UTI serão disponibilizados 38 leitos.

De acordo com o secretário-adjunto do HCB, Gilson Andrade, quando o complexo estiver concluído será possível atender e internar sem limitações. “Hoje, temos muitas dificuldades para internações de cirurgia de grande porte devido à limitação física do Bloco I. Com o Bloco II poderemos atender muito mais”, diz.

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