Governo do Distrito Federal
Governo do Distrito Federal
15/10/12 às 19h37 - Atualizado em 30/10/18 às 14h57

Ministério das Cidades lança ações de trânsito para as crianças

COMPARTILHAR

O Ministério das Cidades lançou quarta-feira (10 de outubro) campanha publicitária para Redução de Acidentes de Trânsito com Crianças (Paradinha). A ação tem o objetivo de conscientizar pais e responsáveis sobre os riscos que as crianças correm tanto na condição de passageiras como de pedestres. No Brasil, cinco crianças entre zero e 14 anos morrem diariamente de acidentes nas ruas e estradas. Em 2011, o Distrito Federal registrou 21 mortes na mesma faixa etária em acidentes de trânsito.

Esta é mais uma etapa da Campanha Permanente para Redução de Acidentes no Trânsito (Parada), lançada pela presidente Dilma Rousseff, em 21 de setembro. A iniciativa é a resposta do Brasil à Organização das Nações Unidas (ONU), que estabeleceu o período de 2010/2020, como a Década para Segurança Viária cuja meta é reduzir em até 50% o número de acidentes fatais  no mundo. “Queremos trabalhar com as crianças para atingir os pais e evitar que cerca de 42 mil brasileiros morram no trânsito todos os anos no país”, ressalta o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro.

Estatísticas

As estatísticas revelam que mais de 41 mil pessoas morrem vítimas de acidentes no trânsito, a cada ano no país. O trânsito no Brasil também deixa, a cada ano, mais de 620 mil acidentados com sequelas irreversíveis.

Dados do Sistema Único de Saúde (SUS) revelam que aproximadamente 1.800 crianças, na faixa de zero a 14 anos, morrem em acidentes no trânsito, a cada ano, nas ruas e estradas do país. As crianças são vítimas na condição de pedestres, passageiras de veículo e ciclistas.

Levantamento do Ministério da Saúde de 2010 mostra que, 12% do total de  127.136 hospitalizações de crianças são provocadas por acidentes de trânsito. São 14.936 hospitalizações dessa natureza com 1.895 mortes de crianças na faixa de zero a 14 anos. Do total de internações por acidentes de trânsito, 38% são por atropelamentos, 36% passageiros, 5% ciclistas e 21% outros motivos.

Celi Gomes