Governo do Distrito Federal
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29/07/16 às 20h20 - Atualizado em 30/10/18 às 15h15

Mortalidade materna em 2015 é a menor registrada na última década

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A hipertensão arterial é uma das principais causas dos óbitos

BRASÍLIA (29/7/16) – A mortalidade materna em 2015, no Distrito Federal, foi a menor registrada na última década. Foram 12 mortes, um índice de 26,2 óbitos maternos por 100 mil nascidos vivos, o que fez com que o DF atingisse a meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) para o Brasil, que é de, no máximo, 35 óbitos maternos por 100 mil nascidos vivos. No ano de 2013 este índice foi de 47,2 (21 óbitos) e em 2014 foi de 38,0 (17 óbitos).

Os dados são do Relatório Epidemiológico, divulgado nesta sexta-feira(29),  sobre Óbitos Maternos no DF, produzido pela equipe da Gerência de Informação e Análise de Situação em Saúde (Giass). De acordo com o relatório a hipertensão arterial durante a gestação, no parto ou no período do puerpério (após a gestação) e a gravidez  terminda em aborto foram as principais causas das mortes no período de 2010 a 2015, com 22,5% e 20,6% dos óbitos maternos, respectivamente.

A mortalidade neste período atingiu mais as mulheres na faixa de 40 a 49 anos, principalmente aquelas que não fizeram pré-natal durante a gestação ou que realizaram poucas consultas. As Regiões Administrativas com as maiores razões de mortalidade materna foram Itapoã, Varjão, Park Way, Sobradinho II e Planaltina.

“Todos os óbitos de mulheres em idade fértil, independente da ocorrência em unidades públicas ou privadas, são inseridos no Sistema de Informação sobre Mortalidade para serem investigados pelo Comitê de Óbitos Maternos e pelas superintendências de saúde. Assim, a Secretaria de Saúde pode ter um perfil desses óbitos e traçar estratégias para tentar diminuir essas ocorrências”, explica a gerente da Giass, Rosângela Silva.

Confira aqui o Relatório