Governo do Distrito Federal
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15/05/20 às 17h40 - Atualizado em 15/05/20 às 18h48

Quase 300 sucatas foram recolhidas no DF para combater o Aedes aegypti

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Recanto das Emas e Guará são as cidades escolhidas para ação na próxima semana

 

Duzentas e setenta sucatas já foram recolhidas em todo o DF para reduzir os focos do mosquito Aedes aegypti. Nesta semana, Santa Maria e Gama foram as regiões administrativas escolhidas para receber as ações que já duram dois meses. A previsão é de recolher cerca de mil veículos já catalogados e identificados, que estão há anos em estado de abandono.

 

O objetivo principal é eliminar os focos do aedes, que comprometem a saúde da população. “Como choveu muito no último mês, carros abandonados e sucatas acumulam água e atraem as larvas do mosquito, a densidade vetorial aumentou muito e pode contaminar todo o território”, afirmou o diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, Edgar Rodrigues

 

A operação, batizada de DF Livre das Carcaças, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública, conta com o suporte dos agentes de Vigilância Ambiental e das administrações regionais. Reforçam o trabalho o efetivo e os equipamentos do Departamento de Trânsito (Detran-DF), da Defesa Civil e da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), que incluem desde guinchos a caminhões munck, usados para movimentar e carregar as sucatas.

 

Os internos do regime semiaberto colaboram na retirada das sucatas supervisionados pela Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe), que trabalham pelo programa Mãos Dadas.

 

TESTES RÁPIDOS – A Secretaria de Saúde recebeu, nesta quarta-feira (13), mais 38.275 testes rápidos para dengue. A chegada dos insumos reforça o estoque já existente nas unidades da rede pública de saúde. A distribuição dos itens ocorre conforme a necessidade de cada unidade, que a informa à Farmácia Central, responsável por providenciar a logística. O Hospital Regional do Gama, por exemplo, recebeu testes na manhã de hoje. A compra, fruto de um processo regular, custou R$ 177.978,75.

 

O consumo médio mensal desse tipo de exame, nas unidades básicas de saúde e hospitais, é de cerca de 9,5 mil. A compra atual é suficiente para abastecimento da rede por um período de quatro meses. Um novo processo já está em andamento.

 

Da Agência Saúde

Fotos: Divulgação/SES

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