Governo do Distrito Federal
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23/08/16 às 20h27 - Atualizado em 30/10/18 às 15h15

Revista científica publica artigo de servidores da SES

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Estudo é voltado para os profissionais da área odontológica

BRASÍLIA (23/08/16) – A Revista Ciência e Saúde Coletiva acaba de publicar o artigo científico “Interface entre a atenção primária e secundária em odontologia no Sistema Único de Saúde: uma revisão sistemática integrativa” de autoria de Helbert Eustáquio Cardoso da Silva, periodontista da unidade de odontologia do Hospital Regional de Sobradinho (HRS) e Leila Bernarda Donato Gottems, Subsecretaria da Superintendência de Planejamento em Saúde (SUPLANS/SES).

O estudo é voltado para os profissionais de saúde da área odontológica que trabalham com a saúde coletiva e de família e buscou analisar as publicações nacionais, em língua portuguesa e inglesa, a respeito da atenção secundária e da atenção primária da saúde em odontologia, no âmbito dos cuidados oferecidos ao paciente do Sistema Único de Saúde (SUS).

Helbert ressalta que o assunto é pouco explorado pela comunidade cientifica odontológica brasileira. “É uma área que ganha importância diante da necessidade que o SUS apresenta de ser mais resolutivo em suas demandas, atendendo os usuários baseado em parâmetros epidemiológicos para garantir a qualidade entre os níveis de atenção à saúde”, completa.

Leila Gottems revela que o artigo surgiu a partir da importância de se mostrar às unidades de saúde e aos profissionais da área, a necessidade do atendimento feito de forma articulada, ou seja, o profissional que atender o paciente na atenção primária deve trabalhar em parceria com a atenção secundária.

“Esta publicação me deixa orgulhosíssima, porque ele começou a elaborar este artigo a partir de uma disciplina em que sou professora e, por isso, que publicamos juntos, porque não fui a orientadora. Foi uma disciplina em que desafiei os estudantes a pensar em rede, porque o nosso maior problema é que o paciente tem necessidades e elas são complexas, ou seja, apenas um profissional ou apenas uma unidade de saúde sozinha não consegue resolver. A partir disso, se as unidades de saúde não trabalharem de forma articulada, umas com as outras, como forma de complementar o atendimento feito em cada uma, o paciente acaba não sendo atendido totalmente” completa.

Ela conta que por meio do artigo, alguns protocolos voltados para o atendimento feito de forma integrada já começaram a ser a ser estudados pela Secretaria.