Governo do Distrito Federal
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5/03/19 às 11h50 - Atualizado em 5/03/19 às 12h34

Secretaria de Saúde distribui mais de 950 mil preservativos nos três dias de carnaval

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Até a segunda-feira (4), a Secretaria de Saúde contabilizou 951.434 preservativos masculinos e femininos distribuídos durante o carnaval. Além das equipes da própria pasta, ONGs, empresas e outras parcerias governamentais, bem como as atividades do trailer da secretaria, estacionado no Estádio Nacional Mané Garrincha, foram responsáveis por essa grande distribuição. Também 112 mil unidades de gel lubrificante chegaram às mãos dos foliões do Distrito Federal. Foram realizados, ainda, 40 testes rápidos para sífilis e outros 40 para HIV no próprio trailer da pasta.

 

 

“Contamos com a equipe de saúde da Unidade Mista do Hospital Dia da Asa Sul, Hospital Regional de Taguatinga e a equipe do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA). Foram eles que executaram os testes e fizeram o atendimento dentro do trailer. Tivemos parceria também com os estudantes e residentes de algumas universidades do DF para as ações de campo, com a entrega dos preservativos masculinos, femininos e géis lubrificantes”, explicou a gerente de Vigilância de Infecções Sexualmente Transmissíveis da Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS), da Secretaria de Saúde, Rosângela Ribeiro.

 

A gerente contou, ainda, que o bloco programado para sair nesta terça-feira de carnaval do estacionamento do estádio foi cancelado, o que levou ao encerramento das atividades da secretaria no local.

 

TESTAGEM RÁPIDA – Com resultados que ficam prontos em 30 minutos, os testes rápidos para diagnóstico de HIV, sífilis, hepatites B e C são oferecidos, gratuitamente, pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal. Os exames, que exigem a coleta de apenas uma gota de sangue, são realizados nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), que funciona na Rodoviária do Plano Piloto.

 

SÍFILIS – Dados do último boletim epidemiológico da pasta, produzido em 2018, apontam que o coeficiente de detecção da sífilis adquirida aumentou de 46,7%, em 2016, quando foram registrados 1.389 casos, para 52,2%, em 2017, ano que fechou com 1.588 casos.

 

 

Josiane Canterle, da Agência Saúde

Fotos: Divulgação/Saúde-DF