Governo do Distrito Federal
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13/09/19 às 10h25 - Atualizado em 17/09/19 às 8h55

Workshop debate segurança do paciente em unidades de saúde da Região Sudoeste

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Médicos, enfermeiros, pacientes e acompanhantes devem seguir protocolos

 

O Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP) do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) realizará, em 17 de setembro, o I Workshop Fale pela segurança do paciente! Ninguém deve sofrer dano no cuidado de saúde. O objetivo é garantir a segurança do paciente dentro das unidades de saúde, uma das preocupações da rede pública, conforme estabelece o Ministério da Saúde.

 

As inscrições para o workshop podem ser feitas até a data do evento, previsto para acontecer no auditório do HRT, no 5º andar, a partir das 14h e é aberto a todos os profissionais da Região de Saúde Sudoeste. A finalidade é estimular e reforçar as práticas de segurança, como identificar o paciente, evitar quedas, comunicar situações adversas e higienizar as mãos.

 

Essas ações fazem parte de uma série de protocolos a serem seguidos por médicos, enfermeiros e mesmo por pacientes e acompanhantes. O tema do seminário é o mesmo da campanha deste ano sobre segurança do paciente, liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que ainda traz o questionamento Como você pode melhorar a segurança do paciente?

 

“Queremos fortalecer a cultura da qualidade e da segurança do paciente nos profissionais da nossa região, pois acreditamos que isso qualifica o atendimento, trazendo benefícios tanto para os pacientes quanto para os próprios profissionais”, declara a chefe do NQSP, Thaís da Silva Braga Aben-Athar.

 

ESTUDOS – De acordo com o Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), produzido em de 2018 pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), aproximadamente 30% a 36% dos óbitos determinados por eventos adversos graves podem ser prevenidos.

 

A forma indicada para evitar essas mortes é o estabelecimento de políticas e programas de segurança do paciente, com direcionamento para as populações de maior risco. Eventos adversos graves mais prevalentes contribuem para a maior efetividade desses programas, redução do sofrimento das pessoas, redução dos custos assistenciais e aumento na disponibilidade de leitos hospitalares.

 

Josiane Canterle, da Agência Saúde

Fotos: Breno Esaki/Saúde-DF